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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Carnafavela Morro do Papagaio
Com grande participação da comunidade e apoio da Policia Militar e da Guarda Municipal o carnafavela no Morro do Papagaio foi um sucesso.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Vozes do Morro e Playing for change
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
TUDO, TUDO, TUDO VAI DAR PÉ
TUDO, TUDO, TUDO VAI DAR PÉ
Cada um de nós tem a sua própria medida para perceber que o mundo está encolhendo. Há quem garanta que ele também está derretendo. Não sei. Mas que as distâncias, sejam elas geográficas ou culturais, estão diminuindo, isso estão.
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Servas anuncia os selecionados do programa Vozes do Morro 2011/2012
BELO HORIZONTE (15/12/11) - Em sua quarta edição, o programa Vozes do Morro anuncia os 13 artistas/grupos selecionados, dos diversos gêneros, moradores de áreas de vulnerabilidade social dos 34 municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte, que terão, a partir de janeiro, sua produção musical gravada e divulgada em emissoras de rádio e televisão, e que serão preparados para gerenciar as suas carreiras.
Alavancados pelo programa, os selecionados trilham caminhos próprios, têm agenda de shows, gravação de CDs com repertório próprio, reconhecimento nas ruas e no meio artístico e, sobretudo, uma nova referência nas comunidades.
Uma iniciativa do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), Sert-MG e com apoio do Sebrae-MG, o programa, lançado em 2008, foi concebido visando abrir oportunidades para divulgar e valorizar a criatividade e o talento de moradores de vilas, favelas e aglomerados de Belo Horizonte, Ibirité, Ribeirão das Neves e Santa Luzia. Em 2011, foi ampliado para toda Região Metropolitana da capital.
A cada ano, o programa tem o apoio de consagrados artistas mineiros. Em 2008, foram Fernanda Takai, Flávio Venturini, Samuel Rosa, Rogério Flausino e Vander Lee, que continuaram em 2009, quando se uniram ao grupo Lô Borges e o Renegado. Em 2010, o programa recebeu o apoio do Tianastácia, André Valadão e da dupla Victor e Leo. Em 2011/2012, Henrique Portugal, do Skank, Wilson Sideral, Vítor e Léo e Eduardo Costa apoiam o programa.
Além da divulgação de suas músicas, os selecionados participarão do Curso “Nosso Negócio é Música”, ministrado pelo Sebrae-MG, parceiro do Programa, concebido especialmente para prepará-los para administrar a própria carreira. No currículo ministrado pelo Sebrae, estão: noções de mercado, planejamento estratégico, que inclui estruturação das bandas e marketing; finanças, com fluxo de caixa e formação de preço; e venda e mercado, além de técnicas de negociação.
Selecionados Vozes do Morro
Em 20011/2012, o pPrograma selecionou: Raça DMCs, Rap, do Cruzeiro, Betim; Ralf Francisco, MPB, do Bandeirantes, Sabará; Douglas e Leon, sertanejo, Vila Pinho, BH; Evandro EMEC, Hip Hop, do bairro Alto Vera Cruz, BH; Lúcio Monteiro, Reggae, da Vila Cristina, Betim; Tambor do Matição, Regional, do Mato do Tição, Jaboticatubas; ADS, Rap, do Bairro Romero Gil, Betim; Vanderli & Wardel, Sertanejo, do Novo Aarão Reis, BH; Fábio Lúcio Maciel, Samba, do bairro Esplanada, BH; Nascidos do Samba, Samba, do Bairro Santa Tereza, BH; Sem meia verdade, Hip Hop, do São Gabriel, Belo Horizonte; Ronaldo Batista, Sertanejo, do Dom Bosco, Ribeirão das Neves; Rannah, Rock, do Bairro Bom Jesus, Belo Horizonte. A relação dos selecionados foi publicada nessa quinta-feira, dia 15, no órgão oficial, “Minas Gerais”.
No primeiro ano, o Vozes do Morro divulgou o trabalho de 14 bandas/músicos (quatro convidados), que, no final do ano, participaram de um show aberto ao público, assistido por mais de 2.000 pessoas. Os artistas/grupos musicais escolhidos foram: Blast Girls, de Ibirité – Bairro Novo Horizonte; Cirandeiros, de Santa Luzia – Bairro Duquesa; Instinto Coletivo, de Ribeirão das Neves; Kayajhama, do Aglomerado da Serra (BH); Maria Pretinha, da Vila São Tomaz (BH); Verdade Seja Dita, da Vila Biquinha (BH); Ivo do Pandeiro, da Vila Estrela (BH); Rafael Dias, do Alto Vera Cruz (BH); Solene Martins, do Taquaril (BH) e Tom Nascimento, de Santa Luzia.
Os quatro artistas convidados em 2008, que também tiveram o trabalho divulgado e receberam o material produzido, foram: Mente Fria, do Morro do Papagaio (BH); Brother Soul, que é um grupo de dança; Anjos de Metal, do Aglomerado da Serra (BH); Pastora Cleyde, da Vila Ventosa (BH) e Domingos do Cavaco, do Morro das Pedras (BH).
Em 2009, os selecionados foram: Geraldo Magnata, do bairro Jardim Montanhês (BH); o rapper Kdu dos Anjos, da Vila Cafezal (BH); o cantor de black music, U-Gueto, do Morro das Pedras (BH); as bandas Estilo Feminil, do Morro do Papagaio (BH); Cidadão Comum, de Ribeirão das Neves; Encontro Vocálico e Cajaba de Santa Luzia; “Seu” Silva, de Ibirité; Favela Groove, Santa Luzia; e Samba de Quintal, do Morro das Pedras, em Belo Horizonte.
Os selecionados de 2010 foram Arte Favela, do Jardim Vitória (BH); Black Pio, do Bairro Maria Helena, Ribeirão das Neves; Dokttor Bhu e Shabê, do Parque São Pedro (BH); Jefinho BH, do Conjunto Felicidade (BH); Ki-Doçura, do Alto Vera Cruz (BH); Pedro Paulo & Gil, do Bairro Adeodato, Santa Luzia; Rômulo Cabral, do Bairro Gogó da Ema/Esplanada (BH); Thributo, do Jardim Montanhês, Ibirité; Vanderly Ribeiro & Jovanito, da Vila Antena (BH) e William Roberto, da Vila Piratininga (BH).
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Cris do Morro e Banda tocam no Só Quero Ver Meu Morro Feliz
Uma noite com muito louvor, pop e festa na Praça da Febém no Barreiro de Cima, Cris do Morro e Banda levarm louvou a centenas de pessoas na praça.
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Audiência discute fim das festas na Barragem
O fim das festas na Barragem Santa Lúcia, em BH, significa o fim da violência? O assunto virou tema de uma audiência na Assembleia Legislativa.
Fonte: TV ALTEROSA
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011
05/08 - Governo de Minas quer mais atenção para a mulher negra
As desigualdades sociais e econômicas enfrentadas pela mulher negra foram efetivamente discutidas em Belo Horizonte, nessa quinta-feira (3) na primeira Conferência Temática de Mulheres Negras do Estado. Especialistas e militantes da causa se uniram ao Governo de Minas para elaborar propostas de políticas públicas destinadas à mulher negra. O objetivo é levar as ideias à Conferência Estadual da Mulher (entre 17 e 19 de outubro, em Belo Horizonte) e, posteriormente, para o encontro nacional, a ser realizado em Brasília.
O encontro foi promovido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), por meio das Coordenadorias Especial de Políticas de Igualdade Racial (Cepir) e de Políticas Públicas para Mulher. “Essa primeira conferência mostra que o Estado está assumindo a responsabilidade de discutir uma política voltada para a mulher negra”, destacou o responsável pela Cepir, Clever Machado.
As temáticas sobre educação, igualdade de gêneros, saúde, violência e inserção da mulher negra no mercado de trabalho acirraram as discussões entre os cerca de 40 participantes. Ao questionar a abordagem da mulher negra na mídia, uma das palestradas observou: “A primeira novela global que teve uma protagonista negra chamava-se da “Cor do Pecado”. A coordenadora Nacional do Centro de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira, Célia Gonçalves de Souza, fez essa referência para questionar a sexualidade remetida à mulher negra, segundo ela, de uma forma negativa.
A presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Santa Rita de Sapucaí, Maria Rosângela Lopes (primeira mulher e negra a assumir o cargo) e a coordenadora Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Contagem, Adalete Pacheco completaram o ciclo de palestras.
Na oportunidade, a coordenadora Especial de Políticas para Mulheres, Eliana Piola, ressaltou que as ações devem ser pensadas amplamente. “O recorte de gênero contempla todas as mulheres: brancas, negras, lésbicas. De certa forma, é preciso atenção às peculiaridades e discriminação, porque é preciso ter a visão de uma dívida a ser resgatada, mas o mais importante é não fragmentar as politicas destinadas à mulher, para não fragilizar”.
O presidente do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial, Ronaldo Antônio, a presidente da Federação das Comunidades Quilombolas de Minas Gerais, Sandra Silva, a coordenadora da Regional Sudeste do Fórum Intergovernamental de Promoção da Igualdade Racial, Vera Nice também estiveram presentes.
Conferência Estadual da Mulher
A III Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres será realizada pela Sedese em parceria com o Conselho Estadual da Mulher (CEM). As propostas de políticas que contemplem a construção da igualdade de gênero, o fortalecimento da autonomia econômica, social e cultural, a erradicação da extrema pobreza e a garantia da plena cidadania serão os principais temas a nortearem a conferência estadual.
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011
03/08 - Sedese participa de ação do Programa Aliança Pela Vida
“Ela sempre foi uma boa filha, nunca me deu trabalho. Ela não tinha essa cor pálida, sempre foi vaidosa, com cabelo bonito. Agora, está dessa forma, nem roupa para vestir tem mais. O crack está acabando com ela”. O depoimento é de uma mãe que levou, voluntariamente, a filha, de 19 anos, para ser atendida pela equipe do Governo de Minas, que esteve na manhã desta quarta-feira (3) na Pedreira Prado Lopes, região Noroeste de Belo Horizonte.
A abordagem, identificação e atendimento a usuários de crack é uma das ações do Programa Aliança Pela Vida, lançado nessa terça-feira (2) pelo governador Antonio Anastasia. A jovem foi uma das atendidas e receberá tratamento do governo para se livrar do vício. “Ela não usava drogas, começou há uns oito meses”, contou a mãe, visivelmente emocionada.
O Aliança pela Vida é desenvolvido pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Defesa Social (Seds), com a parceria de entidades da sociedade civil, buscando sempre fortalecer a luta contra as drogas.
A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) participou da abordagem na Pedreira Prado Lopes. Equipes das coordenadorias de diversidade sexual, da mulher, do idoso, da igualdade racial, da criança, adolescentes e da pessoa com deficiência, além da Assessoria para Assuntos Sociais de Vilas e Favelas – todas ligadas à Subsecretaria de Direitos Humanos - , conversaram e prestaram o primeiro atendimento aos usuários de drogas. Muitos aceitaram e foram encaminhados para tratamento.
50 pedras por dia
Levi Leonardo, de 54 anos, foi um dos abordados. Viciado em crack, ele conta que a mulher e os seis filhos o abandonaram em razão da droga. “Vendo ferro velho para comprar a pedra. Fumo umas 50 por dia. É a noite toda e o dia inteiro”, conta o homem, que aparenta ter bem mais do que a idade informada. Efeitos da droga, conforme ele mesmo admite. Cada pedra de crack custa R$ 10,00, segundo Levi.
Apesar de ser usuário de drogas há 20 anos e de ter perdido tudo, Levi não perde a esperança de vencer a batalha contra o crack. “É preciso ter muita força de vontade, arrumar um emprego, tirar documentos e ter apoio do governo. Com isso, acho que posso largar. Difícil é, mas não é impossível. Eu tenho força de vontade. Todo mundo na favela gosta de mim e diz que eu sou trabalhador”, disse Levi.
Nascido e criado na favela, o responsável pela Assessoria de Assuntos para Vilas e Favelas, Cris do Morro, conversou com vários usuários. “A iniciativa leva o atendimento e a ajuda até essas pessoas, o que aumenta o interesse e a esperança de recuperação”, ressaltou Cris.
Aliança pela Vida
Apenas para 2011, o Governo de Minas deve investir R$ 70 milhões no Aliança pela Vida .Na primeira etapa, os recursos serão destinados a cinco ações principais, que tiveram as implementações autorizadas pelo governador nessa terça-feira (2). A “Rua Livre de Drogas” transformará locais de consumo e de venda de drogas em ambientes propícios a atividades culturais, esportivas e de lazer, inibindo o uso de drogas nesses locais.
O “SOS Drogas” terá 20 atendentes qualificados para atender de maneira mais eficaz a quem procura o serviço, por meio do telefone 155. As “Equipes de Socorro Familiar”, formadas por psicólogo e assistente social, atenderão familiares de usuários de drogas em casa.
O “Prevenção em Pauta” vai utilizar a estrutura do Canal Minas Saúde, do Governo de Minas, uma das maiores redes de educação a distância do país. Atualmente com quatro mil pontos de recepção, a rede será ampliada para 15 mil pontos, instalados em escolas estaduais, Centros de Referência em Assistência Social (Cras) e presídios.
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Seej viabiliza a participação de atletas em torneios e a realização de eventos esportivos
BELO HORIZONTE (03/08/11) - A Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (Seej) viabilizou, nesta quarta-feira (3), a participação de atletas mineiros em competições nacionais e a aquisição de equipamento para treinamentos e jogos do calendário esportivo de voleibol e basquetebol de 2011.
Em um dos convênios, a Seej assegurou a participação de atletas mineiros na XVII Olimpíada Estadual das Apaes de Minas Gerais. Segundo o presidente da Federação das Apaes do Estado de Minas Gerais, Sérgio Sampaio Bezerra, cerca de 850 atletas competirão nas modalidades natação, atletismo, futsal, handebol, basquetebol, tênis de mesa, peteca, ginástica artística, ginástica rítmica desportiva, judô, capoeira, vôlei misto e queimada. “A competição acontece de três anos em três anos e necessita desse apoio”, contou Sérgio Sampaio.
A Seej também liberou recursos para a aquisição, pela Federação Mineira de Voleibol (FMV), de jogos de uniformes para atletas. Compostos por agasalho, camisa de treino e jogo, calção de treino e jogo e por camisa para a comissão técnica, os uniformes serão utilizados nos campeonatos oficiais do calendário de 2011. Também foram liberados recursos para a aquisição de troféus para essas competições. “Esse convênio representa uma ajuda para equipar a federação para a realização dos campeonatos de 2011”, explicou o presidente da FMV, Carlos Antônio Rios.
A aquisição de medalhas, troféus e placas, e o pagamento de despesas com alimentação de atletas que disputarão, em outubro e novembro de 2011, o Campeonato de Clubes Campeões de Basquetebol também foram assegurados com a assinatura do convênio pelo secretário de Estado de Esportes e da Juventude, Braulio Braz, e pelo presidente da Federação Minera de Basquetebol (FMB), Márcio de Oliveira Pinto. “Esse é o quarto ano em que realizamos a competição e agradecemos a secretaria pela ajuda na quitação de parte das despesas“, afirmou o presidente da FMB.
Um convênio com a Federação de Futebol Society de Minas Gerais para o pagamento de hospedagem e transporte dos jogadores que participarão, em São Paulo, do Desafio Universitário Interestadual também foi firmado pela Seej. O termo foi assinado pelo presidente da entidade, Marcílio Assis.
“A Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude investirá durante todo o ano, na medida de sua capacidade, no aprimoramento dos atletas e para-atletas mineiros. Para tanto, apoiará a participação de atletas e equipes em competições estaduais, nacionais e internacionais. Essa é nossa obrigação e é isso que esperam os mineiros, principalmente nesse momento em que todo o Brasil prepara seus atletas para a disputa das Olimpíadas e Paraolimpíadas, que acontecerão até 2016”, ressaltou Braulio Braz.
Em um dos convênios, a Seej assegurou a participação de atletas mineiros na XVII Olimpíada Estadual das Apaes de Minas Gerais. Segundo o presidente da Federação das Apaes do Estado de Minas Gerais, Sérgio Sampaio Bezerra, cerca de 850 atletas competirão nas modalidades natação, atletismo, futsal, handebol, basquetebol, tênis de mesa, peteca, ginástica artística, ginástica rítmica desportiva, judô, capoeira, vôlei misto e queimada. “A competição acontece de três anos em três anos e necessita desse apoio”, contou Sérgio Sampaio.
A Seej também liberou recursos para a aquisição, pela Federação Mineira de Voleibol (FMV), de jogos de uniformes para atletas. Compostos por agasalho, camisa de treino e jogo, calção de treino e jogo e por camisa para a comissão técnica, os uniformes serão utilizados nos campeonatos oficiais do calendário de 2011. Também foram liberados recursos para a aquisição de troféus para essas competições. “Esse convênio representa uma ajuda para equipar a federação para a realização dos campeonatos de 2011”, explicou o presidente da FMV, Carlos Antônio Rios.
A aquisição de medalhas, troféus e placas, e o pagamento de despesas com alimentação de atletas que disputarão, em outubro e novembro de 2011, o Campeonato de Clubes Campeões de Basquetebol também foram assegurados com a assinatura do convênio pelo secretário de Estado de Esportes e da Juventude, Braulio Braz, e pelo presidente da Federação Minera de Basquetebol (FMB), Márcio de Oliveira Pinto. “Esse é o quarto ano em que realizamos a competição e agradecemos a secretaria pela ajuda na quitação de parte das despesas“, afirmou o presidente da FMB.
Um convênio com a Federação de Futebol Society de Minas Gerais para o pagamento de hospedagem e transporte dos jogadores que participarão, em São Paulo, do Desafio Universitário Interestadual também foi firmado pela Seej. O termo foi assinado pelo presidente da entidade, Marcílio Assis.
“A Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude investirá durante todo o ano, na medida de sua capacidade, no aprimoramento dos atletas e para-atletas mineiros. Para tanto, apoiará a participação de atletas e equipes em competições estaduais, nacionais e internacionais. Essa é nossa obrigação e é isso que esperam os mineiros, principalmente nesse momento em que todo o Brasil prepara seus atletas para a disputa das Olimpíadas e Paraolimpíadas, que acontecerão até 2016”, ressaltou Braulio Braz.
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terça-feira, 26 de julho de 2011
Terça cultural na CAMG
Aconteceu hj 26\07\2011 na Cidade Administrativa mais um evento cultural patrocinada pela Assessoria de Assuntos Sociais de Vilas e Favelas com o cantor Rafael Dias trazendo violão e voz cantando MPB e encantando o publico.O evento tb contou com a participação de Cris do Morro .
terça-feira, 12 de julho de 2011
Projeto Só quero ver meu morro feliz
O Projeto só quero ver meu morro feliz foi um sucesso. mais de 12.000 pessoas participaram segundo a policia Militar, foram feitas farias ações, como corte de cabelo, combate a dengue, rua de lazer, sebrae e diversos shows musicais e de dança.
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segunda-feira, 11 de julho de 2011
Ação em parceria com a Secretaria de Saúde é suceso total em Nova Contagem.
Parceria entre a Assessoria de Assuntos Sociais de Vilas e Favelas e a Secretaria de Saúde, foi um sucesso neste domigo dia 10, em Nova Contagem, mais de 11,124 litros de leite foram trocados pela comunidade.
Dois caminões sairam lotados de garrafas pet, latas, pneus e outros itens facilitadores da dengue.
A população compareceu em peso, e sairam felizes com as caixas de leite trocadas.
Dois caminões sairam lotados de garrafas pet, latas, pneus e outros itens facilitadores da dengue.
A população compareceu em peso, e sairam felizes com as caixas de leite trocadas.
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terça-feira, 21 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
um reencontro: Bahia e Minas
J. Veloso, baiano que se emociona ao cantar em Mucugê depois de se apresentar em Paris, agora vai a fontes das Minas Gerais, tanto para delas beber como para enriquecê-las. Ao lado do mineiro D’Black, tornou-se padrinho do Programa Vozes do Morro, que divulga a cultura da periferia de Belo Horizonte. Entra num time em que já figuram, como padrinhos nos anos anteriores, Fernanda Tokai, Flávio Venturini, Samuel Rosa, Rogério Flausino, Vander Lee, Lô Borges, Renegado, Tianastácia, André Valadão e Victor e Leo.
Ele canta no programa no próximo 14 de agosto. Enquanto isto, ao lado da produtora cultural baiana Luzia Moraes, troca idéias com o mineiro Cris do Morro, coordenador do “Vozes” e da Assessoria para Assuntos de Vilas e Favelas do governo mineiro (governo tucano, mas, Deus nos livre dos preconceitos!).
Luzia traduz bem o potencial desta aproximação, frisando que “a ideia pode unir a tradição e a música de Minas e Bahia”. Tudo a ver. A Bahia é a mais antiga matriz cultural brasileira. Minas, graças à mineração do ouro e de diamantes, foi o primeiro ponto de convergência dos brasis dos tempos coloniais, onde se encontraram, se enfrentaram, se amaram e fundiram os povos do nordeste (especialmente os baianos), os reinóis cariocas e os caipiras paulistas, além de negros trazidos de regiões da África onde se conheciam as artes e os ofícios da mineração e da metalurgia.
Aqui estamos falando essencialmente de um encontro ainda mais particular: da cultura da periferia urbana mineira, carregada de crueza, rebeldia e contestação, com a riqueza da cultura baiana, mais leve e sempre com o misticismo à flor da pele. Parecem mundos muito diferentes, mas tem raízes comuns. O diálogo entre elas, portanto, não será tão difícil. Pelo contrário, como costuma acontecer aos diálogos, será certamente também produtivo, prazeroso e surpreendente.
fONTE: SITE HOMEM ARARA
Ele canta no programa no próximo 14 de agosto. Enquanto isto, ao lado da produtora cultural baiana Luzia Moraes, troca idéias com o mineiro Cris do Morro, coordenador do “Vozes” e da Assessoria para Assuntos de Vilas e Favelas do governo mineiro (governo tucano, mas, Deus nos livre dos preconceitos!).
Luzia traduz bem o potencial desta aproximação, frisando que “a ideia pode unir a tradição e a música de Minas e Bahia”. Tudo a ver. A Bahia é a mais antiga matriz cultural brasileira. Minas, graças à mineração do ouro e de diamantes, foi o primeiro ponto de convergência dos brasis dos tempos coloniais, onde se encontraram, se enfrentaram, se amaram e fundiram os povos do nordeste (especialmente os baianos), os reinóis cariocas e os caipiras paulistas, além de negros trazidos de regiões da África onde se conheciam as artes e os ofícios da mineração e da metalurgia.
Aqui estamos falando essencialmente de um encontro ainda mais particular: da cultura da periferia urbana mineira, carregada de crueza, rebeldia e contestação, com a riqueza da cultura baiana, mais leve e sempre com o misticismo à flor da pele. Parecem mundos muito diferentes, mas tem raízes comuns. O diálogo entre elas, portanto, não será tão difícil. Pelo contrário, como costuma acontecer aos diálogos, será certamente também produtivo, prazeroso e surpreendente.
fONTE: SITE HOMEM ARARA
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Curiosidades do morro
VOCE SABIA?
Qual foi a primeira favela do Brasil?
por Roberto Navarro
Oficialmente, a pioneira foi a do morro da Providência, surgida em 1897 no centro do Rio de Janeiro. Mas, recentemente, novos estudos sugerem que já havia gente morando em barracos na cidade antes disso. Vamos aos fatos: a ocupação no morro da Providência começou quando cerca de 10 mil soldados que haviam participado da Guerra de Canudos, no sertão da Bahia, desembarcaram na antiga capital do país. Na bagagem, uma reivindicação: eles queriam que o governo desse casas para os veteranos do conflito. Sem grana para criar os tais alojamentos, o governo teria permitido a construção de vários barracos de madeira no morro da Providência, que ficava atrás de um quartel. Essa é a versão mais conhecida. Mas algumas pesquisas indicam que a primeira favela foi outro aglomerado de casas precárias, surgido ainda no ano de 1897, só que alguns meses antes da Providência. O local da favela pioneira seria o morro de Santo Antônio, também no centro. Estudos com documentação da época revelam que, no começo de 1897, já existiriam 41 barracos no local. Fica difícil comprovar essa história porque o morro de Santo Antônio foi destruído para a construção do aterro do Flamengo, nas décadas de 1950 e 1960. A favela da Providência, por outro lado, existe até hoje. Se o pioneirismo é discutível, restam poucas dúvidas sobre a origem do nome "favela". Tudo indica que os primeiros moradores da Providência chamavam o lugar de "morro da Favela" - era uma referência a um morro de mesmo nome que existia em Canudos, recoberto por um arbusto rasteiro também chamado "favela". Com o passar dos anos, a palavra virou sinônimo de uma triste realidade habitacional. Pelas contas do IBGE, mais de 10 milhões de pessoas vivem em favelas, espalhadas em um terço dos municípios brasileiros.
FONTE:
Qual foi a primeira favela do Brasil?
por Roberto Navarro
Oficialmente, a pioneira foi a do morro da Providência, surgida em 1897 no centro do Rio de Janeiro. Mas, recentemente, novos estudos sugerem que já havia gente morando em barracos na cidade antes disso. Vamos aos fatos: a ocupação no morro da Providência começou quando cerca de 10 mil soldados que haviam participado da Guerra de Canudos, no sertão da Bahia, desembarcaram na antiga capital do país. Na bagagem, uma reivindicação: eles queriam que o governo desse casas para os veteranos do conflito. Sem grana para criar os tais alojamentos, o governo teria permitido a construção de vários barracos de madeira no morro da Providência, que ficava atrás de um quartel. Essa é a versão mais conhecida. Mas algumas pesquisas indicam que a primeira favela foi outro aglomerado de casas precárias, surgido ainda no ano de 1897, só que alguns meses antes da Providência. O local da favela pioneira seria o morro de Santo Antônio, também no centro. Estudos com documentação da época revelam que, no começo de 1897, já existiriam 41 barracos no local. Fica difícil comprovar essa história porque o morro de Santo Antônio foi destruído para a construção do aterro do Flamengo, nas décadas de 1950 e 1960. A favela da Providência, por outro lado, existe até hoje. Se o pioneirismo é discutível, restam poucas dúvidas sobre a origem do nome "favela". Tudo indica que os primeiros moradores da Providência chamavam o lugar de "morro da Favela" - era uma referência a um morro de mesmo nome que existia em Canudos, recoberto por um arbusto rasteiro também chamado "favela". Com o passar dos anos, a palavra virou sinônimo de uma triste realidade habitacional. Pelas contas do IBGE, mais de 10 milhões de pessoas vivem em favelas, espalhadas em um terço dos municípios brasileiros.
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terça-feira, 14 de junho de 2011
Evento no bairro servilha anima a noite do dia dos namorados e leva galera a loucuras.
No dia dos namorados os casais puderam comemorar seu dia em ritimo de festa e animação, o evento “Só quero ver meu morro Feliz” que aconteceu no Bairro servilha animou a galera o dia todo.
Bandas locais e uma Banda convidada especialmente para animar o dias dos ESPECIAL:
Entrevistas em aúdio
Vídeosnamorados esquentaram a noite fria, com apresentações das bandas Tempo Sagrado, Banda Karkaça, Sorrisos e Versos, os Pop Country e a Banda mas esperada da Noite a Banda Via Láctea.
Segundo a organização mas de mil pessoas curtiram o show no rítimo animado do Anos 60, Axé, Forro, Pagode, Hip Hop, e sertanejo, nem mesmo o tempo frio afastou a multidão que ficou ate o ultimo momento do Show.
Com exclusividade o Portal Mais Minas conversou com o Produtor e Responsável pelo Projeto, Cris do Morro ressaltou a importância de valorizara cultura nas favelas e vilas, e prometeu que em breve o projeto volta em Neves agora no Veneza e em Justinopolis.
Fonte: Mais Minas - Reporter Especial Edvaldo Silva
SEBRAE Participa do Projeto SÓ QUERO VER MEU MORRO FELIZ!!!!
Empreendedor Individual
Empreendedor do Morro
Durante o evento "Morro Feliz - Música nas Favelas e Periferias", o Sebrae-MG oferecerá atendimento gratuito sobre o Empreendedor Individual.
Você poderá se formalizar sem custos, obter orientações para fortalecer a gestão do seu negócio e informações específicas sobre os seguintes temas:
- Assistência Técnica em Computadores;
- Carrinho de Cachorro Quente;
- Fornecimento de Refeições em Marmitex;
- Produção de Chocolates, Trufas e Bombons.
O projeto "Morro Feliz - Música nas Favelas e Periferias"
Promove a cidadania e a inclusão social em morros, favelas e periferias da capital e da Região Metropolitana de Belo Horizonte.
São oferecidas atividades sociais, de lazer, cultura e esportes, com apresentação de grupos culturais e musicais da região.
Programação:
12/06 - Sevilha B (Ribeirão das Neves)
10/07 - Nova Contagem (Contagem)
14/08 - Bairro Nazaré (Contagem)
11/09 - Vila Cemig (Contagem)
11/12 - Aglomerado Santa Lúcia (BH)
Horário: 9h às 22h
Atendimentos do Sebrae: 9h às 14h
fonte:Sebrae MG
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Evento QUERO VER MEU MORRO FELIZ etapa Ribeirão das Neves bairro Sevilha B
Aconteceu em Ribeirão das neves mais uma etapa do Projeto Quero Ver Meu Morro Feliz, com grande participação da comunidade o evento foi um sucesso.
O evento contou tb com a parceria do Sebrae, Sesc e Secretaria de Cultura de Ribeirão das Neves.
Confira fotos do evento em apresentação ao lado
O evento contou tb com a parceria do Sebrae, Sesc e Secretaria de Cultura de Ribeirão das Neves.
Confira fotos do evento em apresentação ao lado
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Assessoria de vilas e favelaprojeto morro feliz$Programação do projeto Morro Feliz,
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sebrae,
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sábado, 11 de junho de 2011
Assessoria de Vilas e Favelas pode ser ação modelo para a Bahia

Os produtores artísticos J. Veloso e Luzia Moraes (OFÁ Produções) vieram a Belo Horizonte nesta quinta (9) e sexta-feira (10) para conhecerem as ações desenvolvidas pela Assessoria para Assuntos de Vilas e Favelas. Os baianos discutiram uma possível parceria com os mineiros na área sociocultural. “Queremos resgatar a cultura popular de raiz e este encontro nos mostra que Minas Gerais ultrapassou as montanhas e chegou à Bahia”, destacou o coordenador da assessoria Cris do Morro.
Para Luzia Moraes, a ideia pode unir a tradição e a música de Minas e Bahia. “Temos uma admiração e percebemos o sucesso do trabalho social e artístico desenvolvidos em Minas”, ressaltou.
Os produtores e a equipe da Assessoria de Vilas e Favelas vão formatar um projeto para a parceria e o objetivo é misturar as raízes, resgatar as tradições, e envolver apresentações de artistas de comunidades de vilas e favelas em ambos os Estados.
A Assessoria para Assuntos de Vilas e Favelas, coordenada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento de Desenvolvimento Social (Sedese), foi criada na gestão do Governador Antonio Anastasia e visa atender demandas dessa população. Minas Gerais é o primeiro Estado com uma assessoria dessa natureza.
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
Representantes de comunidades são recebidos na Cidade Administrativa
A Assessoria para Assuntos de Vilas e Favelas, criada recentemente e vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), começou a receber, na Cidade Administrativa, representantes de aglomerados de Belo Horizonte para tratar de assuntos do interesse das comunidades. A ideia, de acordo com o diretor da Assessoria para Assuntos de Vilas e Favelas, Cris do Morro, é realizar as reuniões semanalmente.
O Aglomerado Santa Lúcia foi o primeiro a ser convidado para participar do encontro. Neste contato, os participantes apresentam os principais problemas enfrentados pelos moradores. Num segundo momento, é a assessoria que irá até a comunidade, quando os moradores vão formular e entregar ao Governo de Minas as principais reivindicações.
Durante o encontro, realizado nessa terça-feira (31) no prédio Gerais, Cris do Morro explicou como vai funcionar a assessoria, que será uma ligação entre a comunidade e o governo estadual. “Cada comunidade terá uma pasta, contendo todas as demandas para acompanhar o andamento. De início, estamos dando um prazo de 60 dias para apresentarmos uma resposta, mesmo que seja um não”, explicou.
A ideia agradou o morador Francislei Henrique, um dos participantes da reunião. “Essa postura do Governo é um avanço e pode se tornar um marco nas questões sociais. É importante termos respostas, mesmo que seja um não, pois o não leva as pessoas a tomarem outra postura”, disse.
O Aglomerado Santa Lúcia, conhecido também como Morro do Papagaio, tem 42 mil moradores e é composto pelas favelas Santa Rita de Cássia, Barragem Santa Lúcia, Vila Estrela e Vila Esperança / Vila São Bento.
Já o morador Marcos Guimarães fez alerta e disse que a ‘distância que existe entre município e Estado’ preocupa. Na visão dele, é preciso saber diferenciar bem e saber o que a comunidade tem e o que precisa para depois definir de quem é a responsabilidade. “Hoje uma demanda muito grande é ter uma escola de 2º grau dentro da nossa comunidade”, exemplificou.
Outro problema apontando inicialmente pelos moradores diz respeito à dificuldade que as pessoas com deficiência física e os idosos têm para sair e entrar na comunidade, que tem escadas íngremes, sem acessibilidade alguma.
Além da comunidade, participaram da reunião representantes da Secretaria de Estado Defesa Social (Seds) e da Defensoria Pública.
O Aglomerado Santa Lúcia foi o primeiro a ser convidado para participar do encontro. Neste contato, os participantes apresentam os principais problemas enfrentados pelos moradores. Num segundo momento, é a assessoria que irá até a comunidade, quando os moradores vão formular e entregar ao Governo de Minas as principais reivindicações.
Durante o encontro, realizado nessa terça-feira (31) no prédio Gerais, Cris do Morro explicou como vai funcionar a assessoria, que será uma ligação entre a comunidade e o governo estadual. “Cada comunidade terá uma pasta, contendo todas as demandas para acompanhar o andamento. De início, estamos dando um prazo de 60 dias para apresentarmos uma resposta, mesmo que seja um não”, explicou.
A ideia agradou o morador Francislei Henrique, um dos participantes da reunião. “Essa postura do Governo é um avanço e pode se tornar um marco nas questões sociais. É importante termos respostas, mesmo que seja um não, pois o não leva as pessoas a tomarem outra postura”, disse.
O Aglomerado Santa Lúcia, conhecido também como Morro do Papagaio, tem 42 mil moradores e é composto pelas favelas Santa Rita de Cássia, Barragem Santa Lúcia, Vila Estrela e Vila Esperança / Vila São Bento.
Já o morador Marcos Guimarães fez alerta e disse que a ‘distância que existe entre município e Estado’ preocupa. Na visão dele, é preciso saber diferenciar bem e saber o que a comunidade tem e o que precisa para depois definir de quem é a responsabilidade. “Hoje uma demanda muito grande é ter uma escola de 2º grau dentro da nossa comunidade”, exemplificou.
Outro problema apontando inicialmente pelos moradores diz respeito à dificuldade que as pessoas com deficiência física e os idosos têm para sair e entrar na comunidade, que tem escadas íngremes, sem acessibilidade alguma.
Além da comunidade, participaram da reunião representantes da Secretaria de Estado Defesa Social (Seds) e da Defensoria Pública.
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