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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Carnafavela Morro do Papagaio

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Música, dança e carnaval de rua: esse é o Carnafavela, que reuniu centenas de foliões na Barragem Santa Lúcia, em Belo Horizonte. A festa é considerada pelos organizadores como o maior carnaval de favelas do estado.
fonte:

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Audiencia publica para debate sobre a proibição de eventos na Barragem Santa lucia

Aconteceu ontem na Assembleia Legislativa de Minas Gerais a audiencia publica que teve como objetivo debater a proibição de eventos culturais da Barragem Santa Lucia, solicitada e presidida pelo deputado estadual Elismar Prado, com a participação de Cristiano da Silva ( Cris do Morro) diretor da Assessoria de Assuntos Sociais de Vilas e Favelas,Major Marco Antonio Sposito da policia Militar de MG, Janaina- Superitendente Secretaria de Cultura,Marcos Guimaraes - liderança omunitaria, Fabiano Liderança comunitaria, Fabiano Ricardo da Silva - Presidente do Centro de def. Coletivas da Vila Sta Cruz.
O debate teve como ponto focal a proibição de eventos culturais na Barragem Santa Lucia, infelizmente nao contamos com nenhum deputado da base aliada, mas foi de extrema importancia o inicio deste debate nao so para a Barragem Santa Lucia como para outras comunidades que estão na mesma situação.
Os participantes da audiencia debaterão a importancia dos eventos culturais
nas comunidades como forma de combate ao crescimento da violencia,e como forma de interagir com a comunidade trazendo atrações diversificadas que aproximam o morro e o asfalto.





Audiência discute fim das festas na Barragem


O fim das festas na Barragem Santa Lúcia, em BH, significa o fim da violência? O assunto virou tema de uma audiência na Assembleia Legislativa.

Fonte: TV ALTEROSA

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Representantes de comunidades são recebidos na Cidade Administrativa

A Assessoria para Assuntos de Vilas e Favelas, criada recentemente e vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), começou a receber, na Cidade Administrativa, representantes de aglomerados de Belo Horizonte para tratar de assuntos do interesse das comunidades. A ideia, de acordo com o diretor da Assessoria para Assuntos de Vilas e Favelas, Cris do Morro, é realizar as reuniões semanalmente.



O Aglomerado Santa Lúcia foi o primeiro a ser convidado para participar do encontro. Neste contato, os participantes apresentam os principais problemas enfrentados pelos moradores. Num segundo momento, é a assessoria que irá até a comunidade, quando os moradores vão formular e entregar ao Governo de Minas as principais reivindicações.



Durante o encontro, realizado nessa terça-feira (31) no prédio Gerais, Cris do Morro explicou como vai funcionar a assessoria, que será uma ligação entre a comunidade e o governo estadual. “Cada comunidade terá uma pasta, contendo todas as demandas para acompanhar o andamento. De início, estamos dando um prazo de 60 dias para apresentarmos uma resposta, mesmo que seja um não”, explicou.



A ideia agradou o morador Francislei Henrique, um dos participantes da reunião. “Essa postura do Governo é um avanço e pode se tornar um marco nas questões sociais. É importante termos respostas, mesmo que seja um não, pois o não leva as pessoas a tomarem outra postura”, disse.



O Aglomerado Santa Lúcia, conhecido também como Morro do Papagaio, tem 42 mil moradores e é composto pelas favelas Santa Rita de Cássia, Barragem Santa Lúcia, Vila Estrela e Vila Esperança / Vila São Bento.



Já o morador Marcos Guimarães fez alerta e disse que a ‘distância que existe entre município e Estado’ preocupa. Na visão dele, é preciso saber diferenciar bem e saber o que a comunidade tem e o que precisa para depois definir de quem é a responsabilidade. “Hoje uma demanda muito grande é ter uma escola de 2º grau dentro da nossa comunidade”, exemplificou.



Outro problema apontando inicialmente pelos moradores diz respeito à dificuldade que as pessoas com deficiência física e os idosos têm para sair e entrar na comunidade, que tem escadas íngremes, sem acessibilidade alguma.



Além da comunidade, participaram da reunião representantes da Secretaria de Estado Defesa Social (Seds) e da Defensoria Pública.