Mostrando postagens com marcador governo de estado de minas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador governo de estado de minas. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Reuniao da Assessoria de Vilas e Favelas e a SETE
Reunião agora entre assessoria de Vilas E Favelas e SETE MG. Parceria em cursos de Capacitação de mão de Obra. — com Vilas E Favelas em Cidade Administrativa de Minas Gerais.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Palestra de Empreendedorismo Individual
A Assessoria de Assuntos Sociais de Vilas e Favelas realizou no dia 03\07 no Aglomerado Santa Lúcia uma palestra sobre Empreendedorismo Individual para trabalhadores informais; palestra essa que tem por finalidade esclarecer duvídas a respeito da formalização junto ao SEBRAE\MG e divulgar ação que sera realizada no local dia 09\07\2012.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Ação da Assessoria de Vilas e Favelas em Sabara
sexta-feira, 23 de março de 2012
Reuniao de apresentação da Assesssoria á entidades
A Assessoria de Vilas e Favelas promoveu ontem dia 22\03 na Cidade Administrativa reunião com diversas entidades, como asilos, creches assossiações comunitarias para apresentação da asssessoria e alinhamento de futuras ações.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Reunião de coleta de demandas comunidade do Indio
Á Assessoria de Assuntos Sociais de Vilas e Favelas promoveu no dia 20\04 reunião de coleta de demandas na comunidade do Indio, com apoio de moradores e lideres comunitarios, ficou definido outras reunioes de planejamento de ações.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Reunião da Assessoria de Assuntos Sociais de Vilas e Favelas
reuniao em contagem ontem dia 14\02\2012 as 20h, contou com grande apoio de lideranças e moradores da regiao, foi uma reuniao de apresentaçao da Assessoria de Vilas e Favelas para essas lideranças,para apartir dai desenvolvermos ações do governo de minas dentro de vila e favelas de contagem.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Programa de Proteção Escolar deixa mais segura a volta às aulas em Belo Horizonte
Alunos da rede estadual e privada de Belo Horizonte estarão mais protegidos na volta às aulas. A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) começa a colocar em prática, na próxima semana, o programa de Proteção Escolar, que reforçará o patrulhamento e intensificará a participação da comunidade escolar e do entorno das escolas na segurança dos alunos.
No programa, estão envolvidos policiais militares das patrulhas especializadas em Segurança Escolar (Patrulha Escolar) e dos Programas Educacional de Redução às Drogas (Proerd) e Jovens Construindo a Cidadania (JCC). Na primeira fase do Proteção Escolar, as equipes visitarão as cerca de mil instituições de ensino participantes na capital e aplicarão um questionário a fim de identificar cada uma delas.
“A partir do diagnóstico, vamos avaliar a situação de segurança das escolas, propor a criação de uma rede de proteção, promover a participação da vizinhança e de parceiros públicos e privados, além de ampliar, caso necessário, o policiamento ostensivo”, afirmou o comandante do Policiamento da Capital, coronel Rogério Andrade, um dos responsáveis pelo programa.
Em Belo Horizonte, são 24 áreas de segurança e cada uma das companhias conta com uma patrulha escolar. Segundo o militar, o objetivo é articular os diversos atores envolvidos na comunidade escolar para colaborar com o trabalho da policia e promover a segurança dos alunos. “O papel da comunidade é fundamental. Os donos de bares próximos às escolas, por exemplo, serão convidados a colaborar não vendendo bebidas a menores”, explica.
Cartilha
A Polícia Militar informa que, ao voltarem às aulas, os alunos receberão uma cartilha com orientações sobre segurança que deverá ser entregue e assinada pelos pais. “Queremos o compromisso da família para uma volta às aulas mais segura”, disse o coronel Rogério Andrade.
Após o Carnaval, a PMMG já quer estar como diagnóstico em mãos para iniciar o trabalho de prevenção, que contará com palestras para familiares dos alunos.
Juventude e Polícia
A Polícia Militar já desenvolve outros projetos de prevenção à violência entre jovens que envolvem escola e comunidade. O Juventude e Polícia (foto) foi criado em 2004, em parceria com o Grupo Cultural Afro Reggae e o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC). O programa adotou o modelo de intervenção cultural em comunidades de grande incidência de crimes violentos usado pelo Afro Reggae, há 15 anos, nas favelas do Rio de Janeiro. A grande ousadia do modelo desenvolvido em Minas foi a integração da Polícia Militar como principal agente na formação cultural de jovens moradores das áreas de maior risco social.
A experiência iniciada em dois batalhões de polícia da capital (22º BPM e 34º BPM) está, hoje, implantada em quase todos os batalhões da Polícia Militar na capital mineira, onde os multiplicadores culturais são os próprios policiais. O modelo permitiu uma inédita integração entre polícia e comunidade, gerando laços de confiança e respeito mútuos. O programa tem contribuição fundamental na redução dos conflitos e melhoria do ambiente social nas comunidades atendidas. A principal ferramenta do projeto são as oficinas de percussão, grafite, circo, teatro e vídeo realizadas nos batalhões.
O grupo realiza oficinas culturais de percussão, TV, vídeo, teatro e circo com policiais, além de realizar instrução de grafitagem com militares e adolescentes do Morro Santa Lúcia. Os policiais que formam a banda foram selecionados entre os mais de 600 que participaram das oficinas.
fonte:
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Pesquisa inédita mostra situação dos moradores de rua no Estado
A pesquisa, feita por amostragem, foi realizada ao longo de 2010 pela Pastoral do Povo de Rua (CNBB), em 222 dos 853 municípios de Minas Gerais, em todas as regiões, selecionados com base no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e na distância em relação às principais BRs e ferrovias que cortam o Estado. Foram pesquisados 158 municípios com até 50 mil habitantes; 57 municípios, com 50 a 300 mil habitantes e sete cidades com mais de 300 mil habitantes.
Foi identificada população em situação de rua em 186 dos 222 municípios pesquisados, o que corresponde a 83,6%. Nas cidades com mais de 50 mil habitantes, este percentual salta para 98,4%. Já nos municípios com cinco mil ou menos habitantes foi encontrada população de rua em 52,2%.
Foram ouvidos 792 moradores de rua, além de entidades e prefeituras. Entre os moradores de rua, 86,4% são do sexo masculino, 58% têm entre 26 e 45 anos e 62,5% são solteiros. Além disso, 94,2% dos entrevistados disseram ter família e/ou parentes e 92,9% possui algum grau de alfabetização e 81,3% tem algum tipo dependência química, sendo 67,5% relacionada ao tabaco, 68,7% ao álcool e 23,1% a drogas. Outro dado relevante é que quase 40% dos moradores de rua pesquisados disseram procurar trabalho.
“Com os dados colocados, a gente começa a procurar entender o fenômeno do morador de rua. Muitos devem ter ficado surpresos, sobretudo com o grau de alfabetização, com a questão dos sonhos que essas pessoas têm, com a forma de vínculo desses moradores. Essas pessoas são basicamente invisíveis, passamos por elas no dia a dia como se elas não existissem. Então, existe a necessidade de um olhar mais critico para esse conjunto de moradores. A pesquisa foi apenas uma amostragem, que vai nos levar a continuar desnudando essa situação, no sentido de propor políticas que possam ser efetivas para transformar a vida dessas pessoas”, destacou o secretário.
A pesquisa teve como objetivo levantar e analisar as condições socioeconômicas, políticas e culturais da população em situação de rua no Estado, bem como o funcionamento de equipamentos públicos e de entidades voltados para pessoas que vivem nessa condição.
Para a integrante da Pastoral do Povo de Rua e coordenadora da pesquisa, Cristina Bove, o preconceito é uma barreira a ser superada. “Primeiro temos que olhar o perfil que eles (moradores em situação de rua) têm. É um perfil no qual a gente vê que a população é masculina, tem profissão, tem escolaridade, que sonha e que quer superar essa situação de rua. É fundamental enxergarmos a população de rua com outro olhar, como cidadãos que precisam ser ajudados para superarem esse momento”, disse.
Violência
A falta de segurança é apontada como a maior dificuldade para 40,4%, num total de 775 pessoas que responderam a esse questionamento. Dificuldade para se alimentar, condições climáticas, falta de banheiro, falta de privacidade, discriminação, falta de moradia e de trabalho foram outros problemas apontados pelos entrevistados. Do total de pesquisados, 34% disseram estar nas ruas há mais de 10 anos. Já 87,9% garantiram não receber nenhum benefício social (bolsa família, INSS).
Para o professor da Universidade Federal de São João Del-Rei, Múcio Tosta, os resultados da pesquisa derrubam mitos. “Todos os dados derrubaram mitos, pois a população em situação de rua ou é invisível para a sociedade ou é confundida com outros tipos de situação social degradante, como a de mendicância. O que os dados revelam é que são cidadãos em uma condição de exclusão, de desvio social que buscam alternativas e querem ser reconhecidos”.
Relação com o poder público
A maioria dos moradores de rua (92,8%) é atendida pelas secretarias municipais de assistência social. Entre os principais serviços mantidos pelas prefeituras por meio de convênios estão: albergue ou casa de apoio, serviços de abrigamento, fornecimento de alimentação e serviços de saúde (como atendimento emergencial). Além disso, 65,7% dos municípios pesquisados disseram que operam políticas municipais voltadas para moradores de rua em rede.
Volta por cima
Superar a situação de rua e ser reintegrado à sociedade é difícil, mas não impossível. É o que garante o ex-morador de rua e atual coordenador do Movimento Nacional de População de Rua, Samuel Rodrigues, de 43 anos. Paranaense, ele conta que viveu 13 anos na rua, tendo percorrido estados como Mato Grosso, São Paulo e Espírito Santo. “A grande dificuldade é o conflito que a gente vive nas ruas: a questão da violência, de ter que morar nas calçadas ou em terrenos abandonados, dificuldade de encontrar trabalho, dificuldade de retomar o contato com a família. As dificuldades apresentadas na pesquisa eu vivi quase todas e foram grandes entraves no processo de saída da rua”, lembrou.
A realidade de Samuel começou a mudar há cinco anos, quando ele estava de passagem por Belo Horizonte. Encantado com o estádio Mineirão e com a Lagoa da Pampulha, resolveu ficar por algum tempo na Capital e encontrou apoio da Pastoral de Rua. Foi o que ele precisava. “Sempre tive sonhos, principalmente o sonho de sair da rua, de ter minha casa, de ter um trabalho. Não sou de Minas Gerais, sou do Paraná, mas foi em Minas, por meio de uma Organização Não governamental, que acabei encontrando a possibilidade de realizar esses sonhos”, contou Samuel, que hoje mora em Belo Horizonte e serve de exemplo.
fonte:
Foi identificada população em situação de rua em 186 dos 222 municípios pesquisados, o que corresponde a 83,6%. Nas cidades com mais de 50 mil habitantes, este percentual salta para 98,4%. Já nos municípios com cinco mil ou menos habitantes foi encontrada população de rua em 52,2%.
Foram ouvidos 792 moradores de rua, além de entidades e prefeituras. Entre os moradores de rua, 86,4% são do sexo masculino, 58% têm entre 26 e 45 anos e 62,5% são solteiros. Além disso, 94,2% dos entrevistados disseram ter família e/ou parentes e 92,9% possui algum grau de alfabetização e 81,3% tem algum tipo dependência química, sendo 67,5% relacionada ao tabaco, 68,7% ao álcool e 23,1% a drogas. Outro dado relevante é que quase 40% dos moradores de rua pesquisados disseram procurar trabalho.
“Com os dados colocados, a gente começa a procurar entender o fenômeno do morador de rua. Muitos devem ter ficado surpresos, sobretudo com o grau de alfabetização, com a questão dos sonhos que essas pessoas têm, com a forma de vínculo desses moradores. Essas pessoas são basicamente invisíveis, passamos por elas no dia a dia como se elas não existissem. Então, existe a necessidade de um olhar mais critico para esse conjunto de moradores. A pesquisa foi apenas uma amostragem, que vai nos levar a continuar desnudando essa situação, no sentido de propor políticas que possam ser efetivas para transformar a vida dessas pessoas”, destacou o secretário.
A pesquisa teve como objetivo levantar e analisar as condições socioeconômicas, políticas e culturais da população em situação de rua no Estado, bem como o funcionamento de equipamentos públicos e de entidades voltados para pessoas que vivem nessa condição.
Para a integrante da Pastoral do Povo de Rua e coordenadora da pesquisa, Cristina Bove, o preconceito é uma barreira a ser superada. “Primeiro temos que olhar o perfil que eles (moradores em situação de rua) têm. É um perfil no qual a gente vê que a população é masculina, tem profissão, tem escolaridade, que sonha e que quer superar essa situação de rua. É fundamental enxergarmos a população de rua com outro olhar, como cidadãos que precisam ser ajudados para superarem esse momento”, disse.
Violência
A falta de segurança é apontada como a maior dificuldade para 40,4%, num total de 775 pessoas que responderam a esse questionamento. Dificuldade para se alimentar, condições climáticas, falta de banheiro, falta de privacidade, discriminação, falta de moradia e de trabalho foram outros problemas apontados pelos entrevistados. Do total de pesquisados, 34% disseram estar nas ruas há mais de 10 anos. Já 87,9% garantiram não receber nenhum benefício social (bolsa família, INSS).
Para o professor da Universidade Federal de São João Del-Rei, Múcio Tosta, os resultados da pesquisa derrubam mitos. “Todos os dados derrubaram mitos, pois a população em situação de rua ou é invisível para a sociedade ou é confundida com outros tipos de situação social degradante, como a de mendicância. O que os dados revelam é que são cidadãos em uma condição de exclusão, de desvio social que buscam alternativas e querem ser reconhecidos”.
Relação com o poder público
A maioria dos moradores de rua (92,8%) é atendida pelas secretarias municipais de assistência social. Entre os principais serviços mantidos pelas prefeituras por meio de convênios estão: albergue ou casa de apoio, serviços de abrigamento, fornecimento de alimentação e serviços de saúde (como atendimento emergencial). Além disso, 65,7% dos municípios pesquisados disseram que operam políticas municipais voltadas para moradores de rua em rede.
Volta por cima
Superar a situação de rua e ser reintegrado à sociedade é difícil, mas não impossível. É o que garante o ex-morador de rua e atual coordenador do Movimento Nacional de População de Rua, Samuel Rodrigues, de 43 anos. Paranaense, ele conta que viveu 13 anos na rua, tendo percorrido estados como Mato Grosso, São Paulo e Espírito Santo. “A grande dificuldade é o conflito que a gente vive nas ruas: a questão da violência, de ter que morar nas calçadas ou em terrenos abandonados, dificuldade de encontrar trabalho, dificuldade de retomar o contato com a família. As dificuldades apresentadas na pesquisa eu vivi quase todas e foram grandes entraves no processo de saída da rua”, lembrou.
A realidade de Samuel começou a mudar há cinco anos, quando ele estava de passagem por Belo Horizonte. Encantado com o estádio Mineirão e com a Lagoa da Pampulha, resolveu ficar por algum tempo na Capital e encontrou apoio da Pastoral de Rua. Foi o que ele precisava. “Sempre tive sonhos, principalmente o sonho de sair da rua, de ter minha casa, de ter um trabalho. Não sou de Minas Gerais, sou do Paraná, mas foi em Minas, por meio de uma Organização Não governamental, que acabei encontrando a possibilidade de realizar esses sonhos”, contou Samuel, que hoje mora em Belo Horizonte e serve de exemplo.
fonte:
Marcadores:
governo de estado de minas,
moradores de rua,
sedese
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Estádio Independência terá novo concessionário por dez anos
BELO HORIZONTE (05/12/11) - A Secretaria de Estado Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa) informa que o Consórcio Arena Independência, formado pelas empresas Ingresso Fácil e BWA Administração de Arenas, foi o vencedor da licitação de concessão de uso do estádio Raimundo Sampaio, o Independência. A abertura do envelope ocorreu nesta segunda-feira (5) no prédio Gerais da Cidade Administrativa.
De acordo com a Secopa, o valor mínimo a ser pago pelo consórcio Arena Independência ao Governo de Minas será 10,58% da receita bruta o que equivale a R$ 2,4 milhões ao ano. Caso a receita bruta do Independência seja maior que R$ 22,7 milhões ao ano, o Governo receberá 10,58% de cada real que passar desse patamar.
“Consideramos que foi um excelente negócio para o Governo, a empresa e principalmente para os mineiros. Essa concorrência é histórica porque marca o início de uma nova era para os estádios de Minas Gerais. A administração profissionalizada vai beneficiar o Estado, os times e principalmente o torcedor. A partir de fevereiro as famílias com suas crianças vão poder frequentar com segurança e tranquilidade os jogos no Independência”, afirma o secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo, Sergio Barroso.
O Consórcio terá direito a explorar o estádio por dez anos e o prazo estimado para assinatura do contrato é o início de janeiro. Em seguida, a empresa irá operacionalizar a arena para que até o final de fevereiro o Independência seja reinaugurado.
fonte:
De acordo com a Secopa, o valor mínimo a ser pago pelo consórcio Arena Independência ao Governo de Minas será 10,58% da receita bruta o que equivale a R$ 2,4 milhões ao ano. Caso a receita bruta do Independência seja maior que R$ 22,7 milhões ao ano, o Governo receberá 10,58% de cada real que passar desse patamar.
“Consideramos que foi um excelente negócio para o Governo, a empresa e principalmente para os mineiros. Essa concorrência é histórica porque marca o início de uma nova era para os estádios de Minas Gerais. A administração profissionalizada vai beneficiar o Estado, os times e principalmente o torcedor. A partir de fevereiro as famílias com suas crianças vão poder frequentar com segurança e tranquilidade os jogos no Independência”, afirma o secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo, Sergio Barroso.
O Consórcio terá direito a explorar o estádio por dez anos e o prazo estimado para assinatura do contrato é o início de janeiro. Em seguida, a empresa irá operacionalizar a arena para que até o final de fevereiro o Independência seja reinaugurado.
fonte:
Marcadores:
agencia minas,
antonio anastasia,
assessoria de asssuntos sociais de vilas e favelas.,
estadio do independencia,
governo de estado de minas
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Governo cria Rede Mineira de Microcrédito e incentiva geração de emprego e renda
BELO HORIZONTE (25/11/11) - Para estimular o desenvolvimento dos pequenos e médios empreendedores mineiros, o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (SETE), criou a Rede Mineira de Microcrédito. A rede tem como objetivo potencializar as ações do Governo de Minas voltadas para a geração de emprego e renda, em parceria com instituições do setor privado, organizações de classe e sociedade civil. Essas parcerias concretizam ações de concessão de empréstimos às pessoas de baixa renda, ofertando aos empreendedores a emancipação produtiva, financeira e social.
“O microcrédito mudou minha vida. Desde os 5 anos eu trabalho com artesanato com a minha mãe que era artesã e foi quem me ensinou a fazer crochê. Com o microcrédito eu consegui expandir meu negócio. Sempre tive medo de empréstimos, mas a taxa de juros do microcrédito é muito baixa e isso facilita muito. Já vou para meu segundo crédito tomado junto ao banco que está dentro da Rede de Microcrédito e ainda pretendo, futuramente, abrir uma loja para que eu possa vender meus produtos de cama, mesa, banho e vestuário”, afirma Lúcia Carlini Magnato, 48 anos, uma das beneficiadas pela Rede Mineira de Microcrédito.
Além do acesso a créditos, de R$ 100 a R$ 15 mil, a juros baixos, a partir de 0,64% ao mês, a Rede Mineira de Microcrédito ajuda os empreendedores a gerir os negócios e torná-los mais rentáveis. A criação e implantação de redes de fomento à geração de emprego e renda é um dos compromissos assumidos pelo governador Antonio Anastasia.
Integrante da Associação de Mulheres Empreendedoras da Vila Pinho, Lúcia conheceu a Rede Mineira de Microcrédito durante uma palestra realizada pela SETE, por meio da Diretoria de Gestão de Programas de Microcrédito, e entidades parceiras, na Vila Pinho, comunidade onde mora, em Belo Horizonte. Hoje, além de ser beneficiária do projeto, ela é uma das divulgadoras.
Para o secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Carlos Pimenta, a SETE, que é uma das incumbidas do projeto de combate à miséria, tem o dever de, além de intermediar empregos, articular o projeto do microcrédito, pois isso ajuda na geração de renda de muitas famílias. “Quando se leva crédito aos empreendedores para expandirem seus negócios, gera-se renda e, consequentemente, melhora-se a condição de vida da população. Ainda estamos engatinhando no processo de microcrédito, mas vamos trabalhar muito para que Minas possa estar no mesmo patamar dos outros estados que já atuam com o programa há mais tempo”, declarou.
Rede Mineira do Microcrédito
A atuação da Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego se dá na coordenação da Rede Mineira de Microcrédito e na articulação de uma ação conjunta entre o Governo, o BDMG e as prefeituras mineiras com o objetivo de facilitar o acesso ao microcrédito.
Com vistas ao sucesso das ações focadas no microcrédito produtivo com benefícios sociais para os tomadores dos recursos, a SETE, junto aos parceiros, tem se esforçado para criar o ambiente propício para o desenvolvimento do microcrédito em Minas Gerais, por meio da organização do setor, otimizando e potencializando o número de contratos e os resultados sociais, gerando mais renda e empregos de qualidade para a população.
Os interessados em ter acesso às informações sobre o microcrédito devem entrar em contato com a Diretoria de Gestão de Programas de Microcrédito pelo telefone (31) 3916-9148.
fonte:
“O microcrédito mudou minha vida. Desde os 5 anos eu trabalho com artesanato com a minha mãe que era artesã e foi quem me ensinou a fazer crochê. Com o microcrédito eu consegui expandir meu negócio. Sempre tive medo de empréstimos, mas a taxa de juros do microcrédito é muito baixa e isso facilita muito. Já vou para meu segundo crédito tomado junto ao banco que está dentro da Rede de Microcrédito e ainda pretendo, futuramente, abrir uma loja para que eu possa vender meus produtos de cama, mesa, banho e vestuário”, afirma Lúcia Carlini Magnato, 48 anos, uma das beneficiadas pela Rede Mineira de Microcrédito.
Além do acesso a créditos, de R$ 100 a R$ 15 mil, a juros baixos, a partir de 0,64% ao mês, a Rede Mineira de Microcrédito ajuda os empreendedores a gerir os negócios e torná-los mais rentáveis. A criação e implantação de redes de fomento à geração de emprego e renda é um dos compromissos assumidos pelo governador Antonio Anastasia.
Integrante da Associação de Mulheres Empreendedoras da Vila Pinho, Lúcia conheceu a Rede Mineira de Microcrédito durante uma palestra realizada pela SETE, por meio da Diretoria de Gestão de Programas de Microcrédito, e entidades parceiras, na Vila Pinho, comunidade onde mora, em Belo Horizonte. Hoje, além de ser beneficiária do projeto, ela é uma das divulgadoras.
Para o secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Carlos Pimenta, a SETE, que é uma das incumbidas do projeto de combate à miséria, tem o dever de, além de intermediar empregos, articular o projeto do microcrédito, pois isso ajuda na geração de renda de muitas famílias. “Quando se leva crédito aos empreendedores para expandirem seus negócios, gera-se renda e, consequentemente, melhora-se a condição de vida da população. Ainda estamos engatinhando no processo de microcrédito, mas vamos trabalhar muito para que Minas possa estar no mesmo patamar dos outros estados que já atuam com o programa há mais tempo”, declarou.
Rede Mineira do Microcrédito
A atuação da Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego se dá na coordenação da Rede Mineira de Microcrédito e na articulação de uma ação conjunta entre o Governo, o BDMG e as prefeituras mineiras com o objetivo de facilitar o acesso ao microcrédito.
Com vistas ao sucesso das ações focadas no microcrédito produtivo com benefícios sociais para os tomadores dos recursos, a SETE, junto aos parceiros, tem se esforçado para criar o ambiente propício para o desenvolvimento do microcrédito em Minas Gerais, por meio da organização do setor, otimizando e potencializando o número de contratos e os resultados sociais, gerando mais renda e empregos de qualidade para a população.
Os interessados em ter acesso às informações sobre o microcrédito devem entrar em contato com a Diretoria de Gestão de Programas de Microcrédito pelo telefone (31) 3916-9148.
fonte:
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Plano Estadual de Coleta Seletiva é apresentado durante Festival Lixo e Cidadania
O PECS traz diretrizes para quem já implantou ou quer implantar a coleta seletiva, com a premissa da inclusão sócio produtiva dos catadores de materiais recicláveis. A Feam trabalha junto aos municípios no apoio à implantação da coleta seletiva. “A demanda tem sido crescente, temos mais de 50 municípios aguardando para receber nossas orientações”, ressaltou Zuleika.
Diretrizes
O PECS é baseado em 11 diretrizes que tratam do estímulo às instituições de financiamento para promoção da sustentabilidade da coleta seletiva; a valorização das iniciativas de inclusão sócio-produtiva de catadores de materiais recicláveis; a melhoria do desempenho das unidades de destinação final (UDF) de resíduos sólidos urbanos; o apoio à melhoria da infraestrutura dos serviços de coleta seletiva; a mobilização da sociedade; o fomento e o alinhamento dos serviços de coleta seletiva à legislação; o apoio para a elaboração de planos de gestão integrada e compartilhada de RSU nos níveis estadual, regional e municipal; a transparência às informações sobre iniciativas para implantação, manutenção e monitoramento dos programas de coleta seletiva; o incentivo ao aproveitamento dos resíduos orgânicos (RO) dos serviços de coleta seletiva nos processos de tratamento da matéria orgânica e o incentivo ao desenvolvimento da educação ambiental voltada para as instituições de ensino municipal e estadual.
O presidente da Feam, José Cláudio Junqueira Ribeiro, ressaltou que é preciso o envolvimento de todos para que a coleta seletiva funcione. “Nossos melhores exemplos, como o do município de Araxá, atinge 7% de índice de reciclagem, o que é pouco se considerarmos um potencial de cerca de 40% na maioria dos municípios mineiros. É fundamental incentivar a mudança de atitude da sociedade”, avalia.
Histórico
Atualmente, 53% da população tem acesso à disposição adequada de resíduos sólidos urbanos. O número de lixões passou de 823 em 2001, para cerca de 300 em 2010, e os aterros sanitários passaram de 193 em 2005, para 288 no último ano.
Quanto à coleta seletiva, mais de 70 municípios já recebem apoio para sua implantação por meio de ações da Feam em parceria com o Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR), a Fundação Israel Pinheiro (Fip), o Instituto Nenuca de Desenvolvimento Sustentável (Insea), o Movimento Nacional de Catadores de Recicláveis (MNCR), a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana (Sedru), a Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec), a Subsecretaria de Assuntos Municipais (Subseam) e a Associação Mineira de Municípios (AMM).
Critérios
Para que a Feam apoie as administrações municipais e regionais na implantação e ampliação dos serviços de coleta seletiva, devem ser observados os preceitos das políticas federal, estadual e municipais de resíduos, a autonomia municipal, a participação social, a incorporação dos catadores de materiais recicláveis e a melhoria das condições de trabalho dos operadores de sistemas de destinação final de resíduos sólidos.
“Não apoiamos implantação de coleta seletiva sem a inclusão dos catadores”, ressalta José Cláudio, que ressalta a importância da regularidade e da continuidade do serviço, independente de sucessões políticas. O presidente da Feam afirmou, ainda, que “a coleta seletiva realizada pelos catadores é um enorme serviço ambiental e como tal precisa ser valorizado”.
Experiências exitosas
Durante o painel foram mostradas as experiências do município de Ourinhos, em São Paulo, da Índia e do Perú, além da participação do Banco do Brasil. Em todas as experiências há interação entre catadores e governos para o funcionamento da coleta seletiva.
A educadora social Paloma Ruiz apresentou o trabalho da Organização Não Governamental (ONG) Ciudad Saludable, que há 10 anos trabalha com organizações de catadores no Peru. São 108 catadores organizados no país, “onde as pessoas enxergam lixo e problemas, nós enxergamos uma oportunidade”, ressaltou Paloma.
O catador que ficou famoso com o filme Lixo Extraordinário, Tião Santos, que participou do painel como mediador, destacou a necessidade da gestão integrada e incentivos fiscais para a gestão de resíduos.
fonte:
Diretrizes
O PECS é baseado em 11 diretrizes que tratam do estímulo às instituições de financiamento para promoção da sustentabilidade da coleta seletiva; a valorização das iniciativas de inclusão sócio-produtiva de catadores de materiais recicláveis; a melhoria do desempenho das unidades de destinação final (UDF) de resíduos sólidos urbanos; o apoio à melhoria da infraestrutura dos serviços de coleta seletiva; a mobilização da sociedade; o fomento e o alinhamento dos serviços de coleta seletiva à legislação; o apoio para a elaboração de planos de gestão integrada e compartilhada de RSU nos níveis estadual, regional e municipal; a transparência às informações sobre iniciativas para implantação, manutenção e monitoramento dos programas de coleta seletiva; o incentivo ao aproveitamento dos resíduos orgânicos (RO) dos serviços de coleta seletiva nos processos de tratamento da matéria orgânica e o incentivo ao desenvolvimento da educação ambiental voltada para as instituições de ensino municipal e estadual.
O presidente da Feam, José Cláudio Junqueira Ribeiro, ressaltou que é preciso o envolvimento de todos para que a coleta seletiva funcione. “Nossos melhores exemplos, como o do município de Araxá, atinge 7% de índice de reciclagem, o que é pouco se considerarmos um potencial de cerca de 40% na maioria dos municípios mineiros. É fundamental incentivar a mudança de atitude da sociedade”, avalia.
Histórico
Atualmente, 53% da população tem acesso à disposição adequada de resíduos sólidos urbanos. O número de lixões passou de 823 em 2001, para cerca de 300 em 2010, e os aterros sanitários passaram de 193 em 2005, para 288 no último ano.
Quanto à coleta seletiva, mais de 70 municípios já recebem apoio para sua implantação por meio de ações da Feam em parceria com o Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR), a Fundação Israel Pinheiro (Fip), o Instituto Nenuca de Desenvolvimento Sustentável (Insea), o Movimento Nacional de Catadores de Recicláveis (MNCR), a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana (Sedru), a Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec), a Subsecretaria de Assuntos Municipais (Subseam) e a Associação Mineira de Municípios (AMM).
Critérios
Para que a Feam apoie as administrações municipais e regionais na implantação e ampliação dos serviços de coleta seletiva, devem ser observados os preceitos das políticas federal, estadual e municipais de resíduos, a autonomia municipal, a participação social, a incorporação dos catadores de materiais recicláveis e a melhoria das condições de trabalho dos operadores de sistemas de destinação final de resíduos sólidos.
“Não apoiamos implantação de coleta seletiva sem a inclusão dos catadores”, ressalta José Cláudio, que ressalta a importância da regularidade e da continuidade do serviço, independente de sucessões políticas. O presidente da Feam afirmou, ainda, que “a coleta seletiva realizada pelos catadores é um enorme serviço ambiental e como tal precisa ser valorizado”.
Experiências exitosas
Durante o painel foram mostradas as experiências do município de Ourinhos, em São Paulo, da Índia e do Perú, além da participação do Banco do Brasil. Em todas as experiências há interação entre catadores e governos para o funcionamento da coleta seletiva.
A educadora social Paloma Ruiz apresentou o trabalho da Organização Não Governamental (ONG) Ciudad Saludable, que há 10 anos trabalha com organizações de catadores no Peru. São 108 catadores organizados no país, “onde as pessoas enxergam lixo e problemas, nós enxergamos uma oportunidade”, ressaltou Paloma.
O catador que ficou famoso com o filme Lixo Extraordinário, Tião Santos, que participou do painel como mediador, destacou a necessidade da gestão integrada e incentivos fiscais para a gestão de resíduos.
fonte:
Marcadores:
agencia minas,
assessoria de asssuntos sociais de vilas e favelas.,
Festival Lixo e Cidadania: coleta seletiva e inclusão social,
governo de estado de minas
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Exposição As Canções que voce fez pra mim
Os jovens que participam do Programa Valores de Minas expõem de 22 de novembro a 16 de dezembro, no Núcleo Caminhos do Futuro - Plug Minas, a exposição “As Canções Que Você Fez Pra Mim”, que retrata um recorte interessante e bem colorido da história da música popular brasileira.
As instalações e objetos criados pelos estudantes da turma de Artes Visuais do Núcleo Valores de Minas, foram inspiradas na canção de Roberto Carlos, que dá nome à exposição. Todos os ambientes foram produzidos levando em conta a importância e o valor da liberdade criativa na hora de transformar os processos na arte em si.
Exposição Valores de Minas 2011 – “As canções que Você fez pra mim”
Local – Plug Minas – Galeria Caminhos do Futuro – Rua Santo Agostinho 1441, Horto
Abertura – 22 de novembro – 18 horas
Exposição – 22 de novembro a 16 de dezembro, de segunda a sexta, de 9h às 18h; sábado de 9h às 13h.
fonte:
Marcadores:
as cançoes que voce fez pra mim,
Assessoria de Assuntos Sociais de Vilas e Favelas,
governo de estado de minas,
plug minas,
sedese,
servas
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
SuperMinas: Servas e AMIS assinam convênio de cooperação
O Centro Mineiro de Referência em Resíduos – CMRR, um programa do Servas e Governo de Minas participou, de 18 a 20 de outubro, da Superminas, convenção de supermercadistas realizada pela Associação Mineira de Supermercados – AMIS.
Em estande cedido pela Amis, foram mostradas ações do Servas e do CMRR, iniciativa pioneira no país e que conta com o apoio do Sebrae-MG que busca, além de apoiar municípios e cidadãos na busca de uma nova consciência ambiental, oferecer oportunidades para a geração de renda e inclusão socioprodutiva dos catadores de materiais recicláveis.
Na abertura do evento, a presidente do Servas, Andrea Neves, assinou com o presidente da Amis, José Nogueira, convênio de cooperação para a produção de sacolas retornáveis, cuja venda, nos supermercados terão parte da renda destinada ao Servas para a execução de projetos sociais.
As sacolas serão produzidas com imagens de obras dos artistas mineiros Amílcar de Castro, Fernando Lucchesi, Fernando Pacheco, Fernando Velloso, Jorge dos Anjos, Jorge Fonseca, José Octavio Cavalcanti, Marco Túlio Resende, Selma Weissmann, Thaís Helt.
As sacolas estarão à venda na rede de supermercados de todo o estado, na primeira semana de dezembro.
fonte:
Marcadores:
amis,
andrea neves,
Assessoria de vilas e favelasprojeto morro feliz$Programação do projeto Morro Feliz,
governo de estado de minas,
servas
ozes do Morro amplia sua área de abrangência para os 34 municípios da RMBH
Prorrogadas as inscrições para músicos e bandas de todos os gêneros, moradores de áreas de vulnerabilidade social de 34 municípios, podem inscrever sua produção musical, inédita, para a seleção do Vozes do Morro 2011/2012. Serão 13 selecionados que terão sua música promovida e divulgada em emissoras de rádio e televisão.
O Vozes do Morro, uma iniciativa do Governo de Minas por meio da Secretaria de Estado de Cultura em parceria com o Serviço Voluntário de Assistência Social – Servas e Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de Minas Gerais – SERTMG, é um programa inédito no país, lançado em 2008, quando recebeu 499 inscrições.
“O Vozes do Morro é um programa de democratização, de inclusão cultural e social que privilegia o ineditismo e estimula a diversidade de linguagens musicais, que cria oportunidades e rompe barreiras. Por meio da música, com seu poder aglutinador, dá o tom de uma ação valorizando ações que mobilizam os moradores dessas localidades”, avalia Andrea Neves, presidente do Servas.
São importantes os resultados alcançados pelo Vozes do Morro na promoção e divulgação da produção musical de moradores de vilas, favelas e aglomerados avalia Francisco Bessa, presidente do SERTMG que, por meio das emissoras filiadas, divulga gratuitamente os selecionados de cada ano.
A cada ano, artistas renomados como Fernanda Takai do Pato Fu, Flávio Venturini, Rogério Flausino do Jota Quest, Samuel Rosa do Skank, Vander Lee, Lô Borges, o Renegado, Tianastácia, André Valadão e Victor e Leo apoiam o programa.
Alavancados pelo Vozes do Morro, os selecionados dos diversos anos trilham caminhos próprios, com agenda de shows cheia, gravação de CDs com repertório próprio, reconhecimento nas ruas e no meio artístico e até carreira internacional, como é o caso de Tom Nascimento e Rafael Dias, selecionados de 2008 que têm apresentações na Inglaterra, Itália e França, entre outros países europeus. Os dois também se apresentaram no Espaço Cultural às terças-feiras, na Cidade Administrativa, que teve atrações como U-Gueto, selecionado de 2008 e Cabral, de 2010, entre outros já convidados para os próximos meses.
Valorização das comunidades
Além da divulgação de suas músicas, os selecionados participam do Curso “Nosso Negócio é Música”, ministrado pelo Sebrae-MG, parceiro do Programa, concebido especialmente para prepará-los para a gestão da própria carreira. O curso oferece noções de mercado, planejamento estratégico, que inclui estruturação das bandas e marketing; finanças, com fluxo de caixa e formação de preço; e venda e mercado, além de técnicas de negociação.
Os selecionados passam a ser também uma nova referência nas comunidades. O sambista Geraldo Magnata sentiu os efeitos do Programa não só no número de shows e fãs e na venda do CD “Geraldo Magnata – Vai que eu tô te vendo”, gravado em 2009. “É muita gente que me para e diz que me viu na TV.” Léo Inseto, do Favela Groove, que forma dupla de rap com D.B, garante que “com o respaldo do Vozes estamos indo longe. O eco do programa é grande”.
“Mais importante é que esse Programa aumenta a auto-estima dos moradores dessas regiões, fazendo também com que sintam orgulho do lugar onde moram. Tem conseguido mudar o olhar da população em relação à sua própria comunidade”, atesta Cris do Morro, coordenador do Programa até 2010. “Outro resultado positivo é a geração de renda, pois vários dos artistas passam a se dedicar apenas à música”.
“A visibilidade, o reconhecimento das pessoas das periferias tem uma repercussão muito para a auto-estima das comunidades”. K-du dos Anjos, que é da comunidade do Aglomerado da Serra, avalia o poder do Programa de mudar as comunidades. Danilo Fernandes, vocalista do Cajaba, outro selecionado de 2009, conta que a agenda de show triplicou e a banda rompeu as fronteiras de Minas.
O candidato pode inscrever até duas músicas e os 13 selecionados terão suas músicas divulgadas e valorizadas, por meio de clipes e spots, em espaços cedidos gratuitamente pelas emissoras de radio e televisão do Estado, o que significa tornar seu trabalho conhecido. O resultado será publicado no Minas Gerais no site do Vozes do Morro www.vozesdomorro.gov.br.
Inscrições - Servas e Correios
Participam os 34 municípios da RMBH: Baldim, Belo Horizonte, Betim, Brumadinho, Caeté, Capim Branco, Confins, Contagem, Esmeraldas, Florestal, Ibirité, Igarapé, Itaguara, Itatiaiuçu, Jaboticatubas, Juatuba, Lagoa Santa, Mário Campos, Mateus Leme, Matozinhos, Nova Lima, Nova União, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão das Neves, Rio Acima, Rio Manso, Sabará, Santa Luzia, São Joaquim de Bicas, São José da Lapa, Sarzedo, Taquaraçu de Minas e Vespasiano.
- Servas - das 9h às 16 horas – Av. Cristóvão Colombo 683 – Funcionários – BH
- Correios: o candidato deverá enviar o envelope lacrado, com Aviso de Recebimentos (AR) para Programa Vozes do Morro – Edição 2011 para - Serviço Voluntário de Assistência Social – Servas – Av. Cristóvão Colombo 683 – Funcionários CEP 30140-140 – BH – MG.
O dia 26 de outubro de 2011 é a data final para envio da inscrição, comprovada pelo carimbo de postagem do Correio.
Resultado: Será publicado no Minas Gerais e no site do Vozes do Morro www.vozesdomorro.gov.br.
fonte:
O Vozes do Morro, uma iniciativa do Governo de Minas por meio da Secretaria de Estado de Cultura em parceria com o Serviço Voluntário de Assistência Social – Servas e Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de Minas Gerais – SERTMG, é um programa inédito no país, lançado em 2008, quando recebeu 499 inscrições.
“O Vozes do Morro é um programa de democratização, de inclusão cultural e social que privilegia o ineditismo e estimula a diversidade de linguagens musicais, que cria oportunidades e rompe barreiras. Por meio da música, com seu poder aglutinador, dá o tom de uma ação valorizando ações que mobilizam os moradores dessas localidades”, avalia Andrea Neves, presidente do Servas.
São importantes os resultados alcançados pelo Vozes do Morro na promoção e divulgação da produção musical de moradores de vilas, favelas e aglomerados avalia Francisco Bessa, presidente do SERTMG que, por meio das emissoras filiadas, divulga gratuitamente os selecionados de cada ano.
A cada ano, artistas renomados como Fernanda Takai do Pato Fu, Flávio Venturini, Rogério Flausino do Jota Quest, Samuel Rosa do Skank, Vander Lee, Lô Borges, o Renegado, Tianastácia, André Valadão e Victor e Leo apoiam o programa.
Alavancados pelo Vozes do Morro, os selecionados dos diversos anos trilham caminhos próprios, com agenda de shows cheia, gravação de CDs com repertório próprio, reconhecimento nas ruas e no meio artístico e até carreira internacional, como é o caso de Tom Nascimento e Rafael Dias, selecionados de 2008 que têm apresentações na Inglaterra, Itália e França, entre outros países europeus. Os dois também se apresentaram no Espaço Cultural às terças-feiras, na Cidade Administrativa, que teve atrações como U-Gueto, selecionado de 2008 e Cabral, de 2010, entre outros já convidados para os próximos meses.
Valorização das comunidades
Além da divulgação de suas músicas, os selecionados participam do Curso “Nosso Negócio é Música”, ministrado pelo Sebrae-MG, parceiro do Programa, concebido especialmente para prepará-los para a gestão da própria carreira. O curso oferece noções de mercado, planejamento estratégico, que inclui estruturação das bandas e marketing; finanças, com fluxo de caixa e formação de preço; e venda e mercado, além de técnicas de negociação.
Os selecionados passam a ser também uma nova referência nas comunidades. O sambista Geraldo Magnata sentiu os efeitos do Programa não só no número de shows e fãs e na venda do CD “Geraldo Magnata – Vai que eu tô te vendo”, gravado em 2009. “É muita gente que me para e diz que me viu na TV.” Léo Inseto, do Favela Groove, que forma dupla de rap com D.B, garante que “com o respaldo do Vozes estamos indo longe. O eco do programa é grande”.
“Mais importante é que esse Programa aumenta a auto-estima dos moradores dessas regiões, fazendo também com que sintam orgulho do lugar onde moram. Tem conseguido mudar o olhar da população em relação à sua própria comunidade”, atesta Cris do Morro, coordenador do Programa até 2010. “Outro resultado positivo é a geração de renda, pois vários dos artistas passam a se dedicar apenas à música”.
“A visibilidade, o reconhecimento das pessoas das periferias tem uma repercussão muito para a auto-estima das comunidades”. K-du dos Anjos, que é da comunidade do Aglomerado da Serra, avalia o poder do Programa de mudar as comunidades. Danilo Fernandes, vocalista do Cajaba, outro selecionado de 2009, conta que a agenda de show triplicou e a banda rompeu as fronteiras de Minas.
O candidato pode inscrever até duas músicas e os 13 selecionados terão suas músicas divulgadas e valorizadas, por meio de clipes e spots, em espaços cedidos gratuitamente pelas emissoras de radio e televisão do Estado, o que significa tornar seu trabalho conhecido. O resultado será publicado no Minas Gerais no site do Vozes do Morro www.vozesdomorro.gov.br.
Inscrições - Servas e Correios
Participam os 34 municípios da RMBH: Baldim, Belo Horizonte, Betim, Brumadinho, Caeté, Capim Branco, Confins, Contagem, Esmeraldas, Florestal, Ibirité, Igarapé, Itaguara, Itatiaiuçu, Jaboticatubas, Juatuba, Lagoa Santa, Mário Campos, Mateus Leme, Matozinhos, Nova Lima, Nova União, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão das Neves, Rio Acima, Rio Manso, Sabará, Santa Luzia, São Joaquim de Bicas, São José da Lapa, Sarzedo, Taquaraçu de Minas e Vespasiano.
- Servas - das 9h às 16 horas – Av. Cristóvão Colombo 683 – Funcionários – BH
- Correios: o candidato deverá enviar o envelope lacrado, com Aviso de Recebimentos (AR) para Programa Vozes do Morro – Edição 2011 para - Serviço Voluntário de Assistência Social – Servas – Av. Cristóvão Colombo 683 – Funcionários CEP 30140-140 – BH – MG.
O dia 26 de outubro de 2011 é a data final para envio da inscrição, comprovada pelo carimbo de postagem do Correio.
Resultado: Será publicado no Minas Gerais e no site do Vozes do Morro www.vozesdomorro.gov.br.
fonte:
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Governador Antonio Anastasia em entrevista à Folha e ao UOL
O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), participou do programa "Poder e Política - Entrevista" conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues no estúdio do Grupo Folha em Brasília. O projeto é uma parceria do UOL e da Folha.
O governador do Estado de Minas Gerais, Antonio Anastasia, do PSDB, trabalha há 26 anos na administração pública.
Nascido em Belo Horizonte, tem 50 anos é professor de Direito da Universidade Federal de Minas.
Ao longo da carreira, trabalhou na Assembleia Legislativa mineira, no governo do Estado e em Brasília, de 1995 a 2002, durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso.
Em 2003, foi nomeado secretário de Planejamento e Gestão pelo então governador Aécio Neves. Ajudou a fazer mudanças no funcionalismo divulgadas como "Choque de gestão".
Eleito vice de Aécio em 2006, assumiu o governo em 2010. Em outubro do mesmo ano, Anastasia venceu a eleição para mesmo cargo e assumiu novo mandato de 4 anos em janeiro de 2011.
Veja mais:
Leia a íntegra da entrevista de Antonio Anastasia à Folha e ao UOL
Assista ao vídeo com a íntegra da entrevista no UOL
Veja galeria de fotos da entrevista
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
SEBRAE EM AÇÃO
O SEBRAE com apoio da Assessoria de Assuntos de Vilas e Favelas promove de 04 a 06 de outubro na Praça da Estação o -SEBRAE EM AÇÃO-BH.
Maiores informações: 08005700800
Inscrições gratuitas: www.sebraemg.com.br
Entrada: 1 kg de alimento nao perecivel* exceto sal e fuba
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Primeiro Seminario Sobre Documentação de Associações
Aconteceu hoje na SEDESE, o primeiro seminario sobre documentação de associações, promovido pela Assessoria de Assuntos Sociais de Vilas e Favelas e a Subsecretaria de Projetos Especiais. com a finalidade de preparar as associações para se adequarem ao que se solicita para se oficializarem como instituiçoes.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Vozes do Morro amplia sua área de abrangência para os 34 municípios da RMBH
BELO HORIZONTE (26/09/11) - A partir desta terça-feira (27), músicos e bandas de todos os gêneros, moradores de áreas de vulnerabilidade social dos 34 municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), podem inscrever sua produção musical, inédita, para a seleção do Vozes do Morro 2011/2012. Treze músicos serão selecionados e terão sua música promovida e divulgada, gratuitamente, da primeira quinzena de novembro de 2011 até junho do próximo ano, em emissoras de rádio e televisão.
O Vozes do Morro, uma iniciativa do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), em parceria com o Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) e com o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de Minas Gerais (SERTMG), é um programa inédito no país, lançado em 2008, quando recebeu 499 inscrições.
“O Vozes do Morro é um programa de democratização, de inclusão cultural e social que privilegia o ineditismo e estimula a diversidade de linguagens musicais, que cria oportunidades e rompe barreiras. Por meio da música, com seu poder aglutinador, dá o tom de uma ação valorizando ações que mobilizam os moradores dessas localidades”, avalia a presidente do Servas, Andrea Neves.
Para o presidente do SERTMG, Francisco Bessa, os resultados alcançados pelo Vozes do Morro na promoção e divulgação da produção musical de moradores de vilas, favelas e aglomerados são importantes. Por meio das emissoras filiadas ao sindicado, há a divulgação gratuita dos selecionados de cada ano.
Artistas renomados como Fernanda Takai do Pato Fu, Flávio Venturini, Rogério Flausino do Jota Quest, Samuel Rosa do Skank, Vander Lee, Lô Borges, o Renegado, Tianastácia, André Valadão e Victor e Leo apoiam o programa.
Alavancados pelo Vozes do Morro, os selecionados dos diversos anos trilham caminhos próprios, com agenda de shows cheia, gravação de CDs com repertório próprio, reconhecimento nas ruas e no meio artístico e até carreira internacional, como é o caso de Tom Nascimento e Rafael Dias, selecionados de 2008 que têm apresentações na Inglaterra, Itália e França, entre outros países europeus. Os dois também se apresentaram no Espaço Cultural, na Cidade Administrativa, que teve atrações como U-Gueto, selecionado de 2008, e Cabral, de 2010, entre outros já convidados para os próximos meses.
Valorização das comunidades
Além da divulgação de suas músicas, os selecionados participam do Curso “Nosso Negócio é Música”, ministrado pelo Sebrae-MG, parceiro do programa, concebido especialmente para prepará-los para a gestão da própria carreira. O curso oferece noções de mercado; planejamento estratégico, que inclui estruturação das bandas e marketing; finanças, com fluxo de caixa e formação de preço; venda e mercado; e técnicas de negociação.
Os selecionados passam a ser também uma nova referência nas comunidades. O sambista Geraldo Magnata sentiu os efeitos do programa no número de shows e fãs e na venda do CD “Geraldo Magnata – Vai que eu tô te vendo”, gravado em 2009. “É muita gente que me para e diz que me viu na TV.” Léo Inseto, do Favela Groove, que forma dupla de rap com D.B, garante que “com o respaldo do Vozes estamos indo longe. O eco do programa é grande”.
“Mais importante é que esse programa aumenta a autoestima dos moradores dessas regiões, fazendo também com que sintam orgulho do lugar onde moram. Tem conseguido mudar o olhar da população em relação à sua própria comunidade”, atesta o coordenador do Programa até 2010, Cris do Morro. “Outro resultado positivo é a geração de renda, pois vários dos artistas passam a se dedicar apenas à música”, destaca.
“A visibilidade, o reconhecimento das pessoas das periferias tem uma repercussão para a auto-estima das comunidades”, avalia K-du dos Anjos, que é da comunidade do Aglomerado da Serra. Danilo Fernandes, vocalista do Cajaba, outro selecionado de 2009, conta que a agenda de show triplicou e a banda rompeu as fronteiras de Minas.
Inscrições
As inscrições serão abertas nesta terça-feira (27) e vão até o dia 26 de outubro. Elas podem ser feitas no Servas ou pelo Correio.
- Servas: das 9h às 16h – Av. Cristóvão Colombo, 683, bairro Funcionários, Belo Horizonte.
- Correios: o candidato deverá enviar o envelope lacrado, com Aviso de Recebimentos (AR) para Programa Vozes do Morro – Edição 2011 - para Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) – Av. Cristóvão Colombo, 683, bairro Funcionários. CEP 30140-140 – BH – MG.
O dia 26 de outubro de 2011 é a data final para envio da inscrição, comprovada pelo carimbo de postagem do Correio. O candidato pode inscrever até duas músicas e os 13 selecionados terão suas músicas divulgadas e valorizadas, por meio de clipes e spots, em espaços cedidos gratuitamente pelas emissoras de radio e televisão do Estado, o que significa tornar seu trabalho conhecido. O resultado será publicado no Jornal Minas Gerais, órgão oficial do Estado, e no site do Vozes do Morro no dia 7 de novembro.
FONTE:
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Atrações no Circuito Cultural Praça da Liberdade continuam até domingo
BELO HORIZONTE (21/09/11) - O Circuito Cultural Praça da Liberdade está em festa no mês de setembro. Do Festival Internacional de Corais às rodas de capoeira, diversas atrações gratuitas estão ocupando a praça e os espaços culturais de seu entorno.
A programação começou no último dia 16 e contou com diversas apresentações do Festival Internacional de Corais (FIC). A maioria delas aconteceu no Teatro de Arena do edifício Rainha da Sucata, antigo Museu de Mineralogia e atual sede do Circuito Cultural. Ainda foram realizados shows na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa e no Palácio da Liberdade, ambos equipamentos do circuito.
No Teatro de Arena também foi realizado o "7º Viva BH de Capoeira", evento que reuniu mestres de diversas cidades de Minas e do Brasil. O encontro foi parte de uma parceria firmada entre o circuito e alguns grupos de capoeira, com o objetivo de fortalecer esta manifestação popular considerada patrimônio cultural imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e resgatar a tradição de reunir capoeiristas na Praça da Liberdade. Dentro dessa parceria, também estão sendo realizadas, todas as terças e quintas, a partir das 18h, oficinas e eventos de capoeira no Teatro de Arena do circuito.
Nesta quinta-feira (22), além da programação da capoeira, o Circuito Cultural Praça da Liberdade receberá também mais apresentações do Festival Internacional de Corais. Diversos grupos se apresentam nas escadarias do Memorial Minas Gerais-Vale, um dos equipamentos do circuito, de 18h às 20h, e também no auditório interno no museu, no mesmo horário.
Quem for assistir os corais poderá também aproveitar para visitar os espaços do Circuito Cultural Praça da Liberdade que, na quinta-feira, funcionam no período noturno, como o próprio Memorial Minas Gerais - Vale, que fica aberto até as 22h. Outro equipamento que estará funcionando na quinta à noite é o Espaço TIM UFMG do Conhecimento, aberto até as 21h. No local está um dos oito planetários mais modernos do mundo e um observatório de última geração, que fica aberto às quintas-feiras, a partir das 19h, para observação do céu.
E a festa continua no final de semana. Neste sábado (24), o festival
acontece no grande palco do Circuito - a Praça da Liberdade -, com apresentações de diferentes grupos de corais, de 9h às 10h. No final do dia, de 17h às 22h, o circuito recebe o Sarau da Capoeira, organizado pelo Grupo Porto de Minas, que acontecerá no Teatro de Arena do Edifício Rainha da Sucata.
No domingo (25), os corais finalizam a passagem pelo circuito com um show nos jardins do Palácio da Liberdade, de 9h às 10h. Todas as atrações são gratuitas e abertas ao público.
FONTE:
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
SO QUERO VER MEU MORRO FELIZ ETAPA BARREIRO
Aconteceu ontem dia 11\09 a etapa Barreiro do So Quero Ver Meu Morro Feliz, com grande fluxo de pessoas, foram oferecidos serviços e diversao aos moradores do Barreiro.
O centro de apoio ao trabalhador atendeu a poulaçao do barreiro para confecçao da carteira de trabalho.
a puc minas compareceu tb no evento contribuindo com aferição de pressão, e com um grupo de Assessoria juridica.
O SESI Minas levou o escovodromo que atendeu mais de 400 crianças que ganharam kits de higiene bucal.
A Secretaria de Saude fez mais ação de combate a denge trocando garrafas pet , latinhas e pneus por material escolar.
O SESC minas levou para o evento uma equipe de profissionais que aferiam pressao, medição de diabetes, e medição de altura e massa corporea.
A Policia Militar de Minas Gerais fez um belo trabalho com a criançada que adoraram a Transitolandia e o demonstração dos cachorros treinados .
Teve tambem corte de cabelo com centro de beleza heloisa.
Cris do Morro, Wilson Sideral e Banda Via Lactea se apresentaram e levantaram a plateia fechando assim mais de 13 horas de diversao cultura e atendimeto a população.
Assinar:
Postagens (Atom)










