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segunda-feira, 11 de março de 2013
Reuniao de posse da diretoria da assossiação comunitaria da cominidade da Vitoria da Conquista
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Palestra da Assessoria de Vilas e Favelas sobre empreendedorismo individual Vila Ipe
quarta-feira, 23 de maio de 2012
divulgação de ação da Assessoria de Vilas e Favelas
Na manha de segunda feira dia 21 de maio, Weslei Morais e Adair Oliver, foram a comunidade Vila Araguaia, para divulgar a Ação em parceria com o SEBRAE, que ocorreu na terça dia 22.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
palestra sobre empreendedorismo Comunidade do Indio
Em mais uma ação a Assessoria de Vilas e Favelas promoveu na Vila do Indio no dia 07\05 mais uma palestra de empreendedorismo individual, palestra essa que prepara a comunidade para a ação do SEBRAE que se ralizara na terça feira dia 15\05 apartir das 09h da manhã, o SEBRAE estara formalizando empreendedores e tirando duvidas da comunidade.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Açao da Assessoria de Vilas e Favelas Vila Pinho
Ação da Assessoria de Vilas e Favelas realizada na Vila Pinho em conjunto com Sete e Sesat, foram feitos 24 atendimentos e emitidas 14 carteiras de trabalho.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
24/04 - Aumenta o número de empreendedores formais nas Vilas e Favelas de BH
Mais 19 trabalhadores de Vilas e Favelas de Belo Horizonte deixaram a informalidade, nesta terça-feira (24). Equipes da Assessoria de Assuntos para Vilas e Favelas, vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), e do Sebrae ofereceram atendimento para os moradores da Vila Oeste se tornarem empreendedores formais sem precisar sair de casa. Uma unidade móvel do Sebrae, com internet e técnicos possibilitou que o CNPJ dos moradores ficasse pronto imediatamente.
A ação na Vila Oeste foi a quarta realizada neste ano pela Assessoria de Vilas e Favelas e Sebrae, aumentando para 91 o número de pessoas que se tornaram empreendedores formais. Antes, moradores das vilas Santa Rosa (Região da Pampulha), Atila de Paiva (Barreiro) e do bairro São João Batista foram atendidos. A iniciativa acontece duas vezes por mês, em comunidades de Belo Horizonte e região metropolitana.
Quem optou pela formalidade passou a ter acesso a vários benefícios, como salário-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria por invalidez ou por idade, pensão por morte e até auxílio-reclusão. Além da possibilidade de expandir os negócios, pois o trabalhador passa a emitir nota fiscal.
O empreendedor formal paga para a prefeitura uma taxa anual, que varia de R$ 120 a R$ 140 (depende da função), além de R$ 30 ou R$ 36 por mês para o INSS. Esses valores são válidos para quem receber até R$ 60 mil por ano. Quem tiver ganhos superiores se enquadram em outra categoria.
fonte:
terça-feira, 24 de abril de 2012
Ação da Assessoria de Vilas e Favelas e SEBRAE na vila Oeste
Realizou se hoje na Vila Oeste mais uma ação da Assessoria de Vilas e Favelas em parceria com o SEBRAE para formalização de empreededores individuais, foram atendidas 57 pessoas da comunidade e formalizaram se 19 empreendedores.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
SES mobiliza população do Barreiro contra a dengue
A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) inicia nesta semana as atividades de mobilização para o “Meu Bairro Sem Dengue” no Barreiro, ação de iniciativa da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (SEDESE) para promoção de serviços e atividades em regiões de vilas e favelas e que tem como mote o combate à dengue. O evento ocorrerá no dia 28/04, na Escola Municipal Professor Lucas Monteiro Machado, das 9h às 12h.
A SES-MG oferecerá as ações do Dengue Móvel - caminhão que trocará uma lata por uma borracha, uma garrafa pet por um lápis e um pneu por um caderno – e do Dengômetro, um espaço de convivência e de acesso às informações sobre a dengue, onde o cidadão toma conhecimento da situação da doença em sua região e conhece os métodos de prevenção e mobilização.
De acordo com a referência técnica em dengue da SES-MG, Geane Aparecida de Almeida, a redução de 77 % dos casos notificados da doença no ano passado se deve muito à capacidade de mobilização no Estado e essa preocupação não deve diminuir no ano de 2012. “Devido à intensidade das chuvas por virem, os cuidados preventivos do cidadão para o combate à dengue devem ser permanentes e reforçados”, alertou.
Amanhã, 19/04, a SES-MG promoverá oficina de mobilização social para lideranças comunitárias, Secretaria Municipal de Saúde, Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR), dentre outros. O objetivo é gerar multiplicadores para o combate à dengue a partir dos esforços de mobilização para o “Meu Bairro Sem Dengue”.
Segundo o responsável pela Assessoria de Assuntos para Vilas e Favelas, da SEDESE, Weslei Morais, o combate à dengue deve ser constante para ser efetivo e o “Meu Bairro Sem Dengue” deve conseguir atrair a atenção da comunidade para a causa. “Pela troca de inservíveis por material escolar a comunidade tem um primeiro estímulo que, em seguida, evoluirá para um cuidado no combate aos focos do mosquito da dengue. Por isso, a conscientização deve ser constante”, destacou.
Parceiros
SETE MG: Oferta de vagas de emprego por meio do SINE
Sistema Divina Providência: Palestras sobre como conseguir empregos.
Clube Mackenzie: Seletiva de futebol feminino.
PUC - Atendimento Jurídico
CEMIG: Unidade Móvel para atendimento de débitos da população da Vila.
MEU BAIRRO SEM DENGUE
Local: Escola Municipal Professor Lucas Monteiro Machado
Rua H , 12 – Vila Pinho – Belo Horizonte
Data: 28/04/2012 (Sábado)
Horário: 09h às 12h
Publico Alvo: Comunidade em geral
Agência Minas, acesse aqui as notícias do Governo de Minas. Acompanhe também nohttp://www.youtube.com/agenciaminasgerais
Autor: Alexandre Pinto Ribeiro
fonte:
terça-feira, 10 de abril de 2012
Reunião Vila Oeste apresentação da palestra do empreededor individual
A Assessoria de Assuntos Sociais de Vilas e Favelas promoveu na noite de ontem dia 09\04 na Vila Oeste mais reunião de apresentação da palestra do empreendedor individual,palestra essa apresentada pelo coordenador de vilas e favelas Weslei Morais contou com a presença de mais de 35 pessoas.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Reunião de apresentação da Assessoria na Vila Frigo Diniz Contagem
Na noite do dia 27 de março, a Assessoria fez uma reunião com moradores da Vila Frigo Diniz em Contagem, foi apresentado a comunidade as ações da Assessoria e foi feita a mapeamento das demandas da Vila. Ficou acordado mais duas reuniões futuras, voltadas para a concientização ambiental e sobre Empreendedorismo individual.
Ação conjunta entre a Assessoria de Vilas e Favelas e SEBRAE na vila Santa Rosa
Pessoas que moram em vilas e favelas de Belo Horizonte e trabalham na informalidade estão recebendo apoio do Governo de Minas para se formalizar. Uma parceria entre a Assessoria de Assuntos Sociais para Vilas e Favelas, vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), e o Sebrae está identificando e transformando o trabalhador em um empreendedor formal. Nesta terça-feira (27), os moradores da Vila Atila de Paiva, (Rua Apolo 8, esquina com rua Cabo dos Santos, S/Nº, região do Barreiro de Baixo, BH), serão beneficiados.
Equipes da Sedese e do Sebrae vão prestar atendimento no local das 9h às 15h. “Muitas pessoas que trabalham de forma informal têm receio de se formalizar. Por falta de informação, ficam com medo de pagar impostos, multas e até de serem presas”, explica Weslei Morais, responsável pela Assessoria de Vilas e Favelas.
Para acabar com essa imagem, a equipe da Sedese desenvolve um trabalho de mobilização e conscientização dentro das comunidades beneficiadas. Só depois disso é marcado o dia para fazer a formalização. E os moradores não precisam sair do local onde moram para isso, pois uma estrutura do Sebrae, com unidade móvel, internet e técnicos, vai até a comunidade. “A pessoa já sai com o CNPJ na mão”, ressalta Weslei, deixando claro que a adesão é voluntária.
Vantagens
De acordo com Weslei, quem opta pela formalidade tem vários benefícios: salário maternidade, auxílio-doença, aposentadoria por invalidez ou por idade, pensão por morte e até auxílio-reclusão. “Além disso, pode aumentar os negócios, já que passa a emitir nota fiscal e tem a possibilidade de abrir uma conta jurídica no banco, o que viabiliza o uso de cartões de créditos”, acrescenta.
Em contrapartida, o empreendedor formal paga para a prefeitura uma taxa anual que varia de R$ 120 a R$ 140 (depende da função), além de R$ 30 ou R$ 36 por mês para o INSS.
A ação da próxima terça-feira (27) será a segunda realizada neste ano. A primeira foi na Vila Santa Rosa, Região da Pampulha, quando 32 moradores optaram pela formalização. A iniciativa é realizada duas vezes por mês. Em abril, as comunidades do bairro São João Batista (dia 10) e da Vila Oeste (dia 24) serão beneficiadas.
fonte:
terça-feira, 20 de março de 2012
CMRR oferece oficinas e cursos gratuitos
O Programa Portas Abertas, do CMRR, oferece ao público oficinas para criação de caixas de presentes, no dia 20 de março, de 09h30 às 11h30 e oficina para agenda reciclada, no dia 22 de março, de 14h30 as 16h30. Inscrições gratuitas pelo site www.cmrr.mg.gov.br ou pelo telefone (31) 3465-1227.
Na Cozinha Experimental, o Curso Auxiliar de Cozinha promove a qualificação de jovens para a inserção no mercado de trabalho, gerando oportunidades para emprego e renda. Podem se inscrever estudantes, em busca de qualificação profissional. Idade mínima exigida de 18 anos, renda per capita até dois salários mínimos, que estejam matriculados ou egressos da educação pública. Também precisam apresentar documentos que comprovem o atendimento aos requisitos e CPF. O curso é gratuito e oferece aos alunos transporte, material didático e certificado.
O período de inscrições é de 19 de março a 5 de abril e as aulas serão de 23 de abril a 5 de junho. O curso tem carga horária de 200 horas, de segunda a sexta-feira, de 13h às 17h. O Curso de Auxiliar de Cozinha será ministrado no CMRR na Av. Belém, 40 – bairro Esplanada em BH. Inscrições pelo site do CMRR www.cmrr.mg.gov.br ou pelo telefone (31) 3465-1206.
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Oportunidade
Professores da Educação de Jovens e Adultos estão nesta terça-feira, dia 24, recebendo matrículas de interessados em receber alfabetização ou concluir o ensino fundamental. Para se inscrever basta ter mais de 18 anos e apresentar o documento de identidade. As inscrições podem ser feitas até as 17h, no auditório da Regional (Rua Flávio Marques Lisboa, 345, Barreiro).
As aulas serão iniciadas no dia 06 de fevereiro. Na Regional, elas serão ministradas de segunda a quinta-feira, das 19h às 22h. Há outros seis locais de aula na região do Barreiro.
Os horários e datas são flexibilizados conforme a disponibilidade de cada aluno. No momento da inscrição o aluno pode escolher o local e horário de aula mais adequado à sua rotina.
As aulas serão iniciadas no dia 06 de fevereiro. Na Regional, elas serão ministradas de segunda a quinta-feira, das 19h às 22h. Há outros seis locais de aula na região do Barreiro.
Os horários e datas são flexibilizados conforme a disponibilidade de cada aluno. No momento da inscrição o aluno pode escolher o local e horário de aula mais adequado à sua rotina.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Em breve tambem estarão em nossas vilas e favelas
Recrutado por bancos, exército do crédito toma favelas
Complexo do Alemão
Há pouco mais de três meses, 20 jovens com idade entre 18 e 22 anos circulam pelas ruas do Complexo do Alemão, zona norte do Rio, oferecendo crédito aos empreendedores da comunidade. Hoje pacificado e com soldados do Exército pelas ruas, o conjunto de favelas era um dos mais violentos da cidade e completamente dominado pelo tráfico até dezembro de 2010.
Leia tudo sobre: como melhorar seu pequeno negócio
A região foi pioneira em um projeto da Caixa Econômica Federal para transformar jovens aprendizes em agentes de microcrédito. Moradores das próprias comunidades onde atuam, os Diariamente, desde setembro do ano passado, eles saem pelas ruas do complexo, conversam com pequenos empreendedores e oferecem a possibilidade de um empréstimo de até R$ 15 mil com juros atrativos de 0,64% ao mês.
Os empréstimos podem variar de R$ 300 a R$ 15 mil, e podem ser pagos em 4 a 24 parcelas mensais. Os juros são de 0,64% ao mês, mais Taxa de Abertura de Crédito de 1% do valor do empréstimo.
O Itaú Unibanco também tem agentes de microcrédito em comunidades como Rocinha e Complexo do Alemão. Os empréstimos podem variar de R$ 400 a R$ 14 mil, pagos em 4 a 18 parcelas. A taxa de juros varia de acordo com o valor e outras condições, e é de no máximo 4% ao mês.
A equipe da Caixa no Alemão é comandada pelo supervisor Bruno Fraga Ferreira, que orienta o trabalho dos jovens – a maioria, mulheres. Ele explica que os candidatos ao crédito não precisam ser empreendedores formais. “Por isso é importante a presença de jovens da própria comunidade, eles conhecem os empreendedores”, afirma Ferreira. O crédito deve ser destinado ao empreendimento, e não a gastos pessoais.
Bruno Fraga Ferreira orienta agentes de microcrédito
Desde que o projeto começou, em setembro, já foram fechados 117 contratos, que somam R$ 455 mil, somente no Complexo do Alemão, segundo levantamento de Ferreira na agência da Caixa no Complexo do Alemão.
Conheça: Funileiro, cabeleireira e jardineiro saem da informalidade
Esses empréstimos foram vendidos por jovens como Michelle Barros da Costa, de 21 anos. Para ela, uma das vantagens do emprego é trabalhar perto de casa. Nestes primeiros meses de trabalho, ela até já foi sondada pela concorrência. “Fui convidada para trabalhar no Santander daqui do Alemão, mas não aceitei porque queria ter mais experiência na Caixa”, afirma.
Ela se orgulha de ter feito um empréstimo a um cliente que trabalhava em uma pizzaria e queria abrir o negócio próprio. “Ele já tinha comprado uma refresqueira e um forno, mas precisava de mais um forno e fazer uma reforma no imóvel. Com o crédito ele conseguiu, e hoje já tem outras pessoas trabalhando para ele”, diz.
Leia também: Brasil tem demanda para serviços de microcrédito
Entre as funções dos agentes está acompanhar mensalmente os clientes que tomaram empréstimos. Foi assim que Fernanda Caroline dos Santos, de 19 anos, viu a mercearia de uma empreendedora passar por uma reforma e ser dividida, para abrir espaço a um ateliê de costura. “Ela tinha a mercearia, que ainda estava no tijolo e precisava de uma pintura, mas também era costureira. Com o crédito, ela abriu um ateliê de costura e aumentou sua renda”, diz a jovem. Para ela, que é tímida, trabalhar perto de casa ajuda a quebrar o gelo porque a deixa mais à vontade ao oferecer crédito para pessoas conhecidas. “Ganho mais segurança para oferecer crédito a outros empreendedores”, diz.
Fernanda afirma que a parte mais difícil do trabalho é “convencer as pessoas de que empréstimo não é um bicho de sete cabeças”. Para superar essa dificuldade, a agente diz que a solução é mostrar simulações. “Dá para mostrar para eles que é possível pagar o empréstimo e que, em vez de problema, ele pode ser uma ajuda”, afirma a jovem.
A capacitação para fazer simulações e cálculos do valor do crédito a ser concedido foi a principal dificuldade enfrentada por Alexandra Queiroz de Lima, de 22 anos, ao entrar no programa. “No começo foi muito difícil, mas agora eu faço até de cabeça”, orgulha-se.
Saiba mais: BC destina 2% dos depósitos à vista para microcrédito
Ao começar no programa, ela já tinha trabalhado em supermercados e escritórios e gostava mesmo de trabalhos internos. “Eu não gostava de ficar na rua, mas estava precisando do salário e aceitei o emprego”, diz. Hoje, bater de porta em porta é a parte do trabalho de que Alexandra mais gosta. “Eu gosto de conhecer gente nova e ir a lugares diferentes”, afirma.
Veja ainda: Microempreendedor pagará 50% menos para Previdência
Alexandra diz que, em suas andanças pela comunidade, nota que quase todos os comerciantes do complexo precisam de algum tipo de crédito, seja para compor estoque ou para fazer uma reforma em seu estabelecimento.
Para o futuro, ela planeja cursar psicologia – mas não pretende mudar de empregador. “A Caixa também tem psicólogos”, diz.
Alexandra acredita que muitos comerciantes do Complexo do Alemão precisam de microcrédito
Permanecer no banco estatal também está nos planos de Ingrid Bezerra de Brito Camargo, de 19 anos, que viu no projeto da Caixa sua primeira oportunidade de emprego: quando o contrato para ser agente de microcrédito terminar, ela pretende prestar concurso para trabalhar na instituição.
Trabalhar em banco não passava pela sua cabeça antes dessa oportunidade, mas Ingrid se encontrou no trabalho. “Eu tenho motivação, gosto de conversar, de conhecer gente nova e de ajudar as pessoas”, diz. Para ela, a maior dificuldade no seu trabalho é explicar a um empreendedor que nem sempre pegar um empréstimo de valor mais alto é a melhor escolha. “Eu explico que um valor menor pode ajudar mais, porque ele vai poder pagar o empréstimo e depois até fazer outro”, diz. Segundo ela, com o tempo, está mais fácil fazer novos contratos. “Hoje o microcrédito é mais conhecido na comunidade, e muitas vezes os comerciantes é que nos procuram”, diz.
Depois de instalado no Complexo do Alemão, o projeto já foi levado também a Campo Grande e ao bairro do Fonseca, em Niterói. A Caixa também deslocou seis jovens para darem início ao projeto na Rocinha e já abriu seleção para que mais 20 jovens moradores da comunidade sejam contratados para trabalharem na região. Incluindo os jovens da Rocinha, a Caixa prevê a contratação de 100 agentes para trabalhar em outras localidades, como Ilha do Governador, Santa Cruz, Bangu e região da Tijuca, além dos municípios de São Gonçalo, Duque de Caxias e Nova Iguaçu.
Os jovens são contratados em parceria com o Centro Salesiano do Menor (Cesam), no qual fazem uma parte de seu treinamento.
Complexo do Alemão
Há pouco mais de três meses, 20 jovens com idade entre 18 e 22 anos circulam pelas ruas do Complexo do Alemão, zona norte do Rio, oferecendo crédito aos empreendedores da comunidade. Hoje pacificado e com soldados do Exército pelas ruas, o conjunto de favelas era um dos mais violentos da cidade e completamente dominado pelo tráfico até dezembro de 2010.
Leia tudo sobre: como melhorar seu pequeno negócio
A região foi pioneira em um projeto da Caixa Econômica Federal para transformar jovens aprendizes em agentes de microcrédito. Moradores das próprias comunidades onde atuam, os Diariamente, desde setembro do ano passado, eles saem pelas ruas do complexo, conversam com pequenos empreendedores e oferecem a possibilidade de um empréstimo de até R$ 15 mil com juros atrativos de 0,64% ao mês.
Os empréstimos podem variar de R$ 300 a R$ 15 mil, e podem ser pagos em 4 a 24 parcelas mensais. Os juros são de 0,64% ao mês, mais Taxa de Abertura de Crédito de 1% do valor do empréstimo.
O Itaú Unibanco também tem agentes de microcrédito em comunidades como Rocinha e Complexo do Alemão. Os empréstimos podem variar de R$ 400 a R$ 14 mil, pagos em 4 a 18 parcelas. A taxa de juros varia de acordo com o valor e outras condições, e é de no máximo 4% ao mês.
A equipe da Caixa no Alemão é comandada pelo supervisor Bruno Fraga Ferreira, que orienta o trabalho dos jovens – a maioria, mulheres. Ele explica que os candidatos ao crédito não precisam ser empreendedores formais. “Por isso é importante a presença de jovens da própria comunidade, eles conhecem os empreendedores”, afirma Ferreira. O crédito deve ser destinado ao empreendimento, e não a gastos pessoais.
Bruno Fraga Ferreira orienta agentes de microcrédito
Desde que o projeto começou, em setembro, já foram fechados 117 contratos, que somam R$ 455 mil, somente no Complexo do Alemão, segundo levantamento de Ferreira na agência da Caixa no Complexo do Alemão.
Conheça: Funileiro, cabeleireira e jardineiro saem da informalidade
Esses empréstimos foram vendidos por jovens como Michelle Barros da Costa, de 21 anos. Para ela, uma das vantagens do emprego é trabalhar perto de casa. Nestes primeiros meses de trabalho, ela até já foi sondada pela concorrência. “Fui convidada para trabalhar no Santander daqui do Alemão, mas não aceitei porque queria ter mais experiência na Caixa”, afirma.
Ela se orgulha de ter feito um empréstimo a um cliente que trabalhava em uma pizzaria e queria abrir o negócio próprio. “Ele já tinha comprado uma refresqueira e um forno, mas precisava de mais um forno e fazer uma reforma no imóvel. Com o crédito ele conseguiu, e hoje já tem outras pessoas trabalhando para ele”, diz.
Leia também: Brasil tem demanda para serviços de microcrédito
Entre as funções dos agentes está acompanhar mensalmente os clientes que tomaram empréstimos. Foi assim que Fernanda Caroline dos Santos, de 19 anos, viu a mercearia de uma empreendedora passar por uma reforma e ser dividida, para abrir espaço a um ateliê de costura. “Ela tinha a mercearia, que ainda estava no tijolo e precisava de uma pintura, mas também era costureira. Com o crédito, ela abriu um ateliê de costura e aumentou sua renda”, diz a jovem. Para ela, que é tímida, trabalhar perto de casa ajuda a quebrar o gelo porque a deixa mais à vontade ao oferecer crédito para pessoas conhecidas. “Ganho mais segurança para oferecer crédito a outros empreendedores”, diz.
Fernanda afirma que a parte mais difícil do trabalho é “convencer as pessoas de que empréstimo não é um bicho de sete cabeças”. Para superar essa dificuldade, a agente diz que a solução é mostrar simulações. “Dá para mostrar para eles que é possível pagar o empréstimo e que, em vez de problema, ele pode ser uma ajuda”, afirma a jovem.
A capacitação para fazer simulações e cálculos do valor do crédito a ser concedido foi a principal dificuldade enfrentada por Alexandra Queiroz de Lima, de 22 anos, ao entrar no programa. “No começo foi muito difícil, mas agora eu faço até de cabeça”, orgulha-se.
Saiba mais: BC destina 2% dos depósitos à vista para microcrédito
Ao começar no programa, ela já tinha trabalhado em supermercados e escritórios e gostava mesmo de trabalhos internos. “Eu não gostava de ficar na rua, mas estava precisando do salário e aceitei o emprego”, diz. Hoje, bater de porta em porta é a parte do trabalho de que Alexandra mais gosta. “Eu gosto de conhecer gente nova e ir a lugares diferentes”, afirma.
Veja ainda: Microempreendedor pagará 50% menos para Previdência
Alexandra diz que, em suas andanças pela comunidade, nota que quase todos os comerciantes do complexo precisam de algum tipo de crédito, seja para compor estoque ou para fazer uma reforma em seu estabelecimento.
Para o futuro, ela planeja cursar psicologia – mas não pretende mudar de empregador. “A Caixa também tem psicólogos”, diz.
Alexandra acredita que muitos comerciantes do Complexo do Alemão precisam de microcrédito
Permanecer no banco estatal também está nos planos de Ingrid Bezerra de Brito Camargo, de 19 anos, que viu no projeto da Caixa sua primeira oportunidade de emprego: quando o contrato para ser agente de microcrédito terminar, ela pretende prestar concurso para trabalhar na instituição.
Trabalhar em banco não passava pela sua cabeça antes dessa oportunidade, mas Ingrid se encontrou no trabalho. “Eu tenho motivação, gosto de conversar, de conhecer gente nova e de ajudar as pessoas”, diz. Para ela, a maior dificuldade no seu trabalho é explicar a um empreendedor que nem sempre pegar um empréstimo de valor mais alto é a melhor escolha. “Eu explico que um valor menor pode ajudar mais, porque ele vai poder pagar o empréstimo e depois até fazer outro”, diz. Segundo ela, com o tempo, está mais fácil fazer novos contratos. “Hoje o microcrédito é mais conhecido na comunidade, e muitas vezes os comerciantes é que nos procuram”, diz.
Depois de instalado no Complexo do Alemão, o projeto já foi levado também a Campo Grande e ao bairro do Fonseca, em Niterói. A Caixa também deslocou seis jovens para darem início ao projeto na Rocinha e já abriu seleção para que mais 20 jovens moradores da comunidade sejam contratados para trabalharem na região. Incluindo os jovens da Rocinha, a Caixa prevê a contratação de 100 agentes para trabalhar em outras localidades, como Ilha do Governador, Santa Cruz, Bangu e região da Tijuca, além dos municípios de São Gonçalo, Duque de Caxias e Nova Iguaçu.
Os jovens são contratados em parceria com o Centro Salesiano do Menor (Cesam), no qual fazem uma parte de seu treinamento.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Governo de Minas já enviou 140 toneladas de alimentos aos municípios atingidos pelas chuvas
BELO HORIZONTE (12/01/12) - Um novo balanço divulgado nesta quinta-feira (12) pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec-MG) aponta que mais de 140 toneladas de alimentos já foram distribuídos pelo Governo de Minas, em todas as regiões do Estado, para vítimas de acidentes causados pelas chuvas. No total, o Governo do Estado distribuiu, desde outubro de 2011, 8.700 cestas básicas para moradores de 132 municípios. Também foram enviados 8.540 colchões, mais de 7.100 cobertores, além de água potável, lonas, roupas, telhas e kits higiênicos.
Nesta semana foram enviados donativos para as cidades de Barbacena, Muriaé, Ferros, São João del-Rei, Carandaí, Barra Longa, Além Paraíba, Muriaé, Ijaci, Vespasiano, Ponte Nova, Alpercata, Ribeirão Vermelho, Presidente Bernardes, Pescador, Santana do Jacaré e Várzea da Palma. Tanto o deslocamento de ajuda humanitária, quanto a distribuição das doações são coordenadas pela Cedec-MG.
Todas as cidades atingidas pelas chuvas, independentemente de haver decreto de situação de emergência, estão sendo beneficiadas pelo envio de alimentos, colchões, cobertores, roupas e água potável. Além de serem distribuídos aos municípios, os mantimentos abastecem os 13 depósitos avançados do Governo, que estão estruturados para armazenar as doações e estrategicamente espalhados por todas as regiões de Minas. Outros dois depósitos estão sendo construídos – um em Montes Claros e outro em Ubá.
Foco na prevenção
Desde o início do ano passado, o Governo de Minas vem realizando uma série de ações preparatórias para o enfrentamento ao período chuvoso, com foco nas medidas preventivas. As prefeituras mineiras recebem apoio permanente do Estado. Entre outras ações, nos últimos anos o Governo de Minas Gerais tem investido na estruturação dos municípios para atuação em casos de emergência. Em 2004, dos 853 municípios mineiros, apenas 374 possuíam Coordenadorias Municipais de Defesa Civil (Comdecs). Desde então, este número quase dobrou. Atualmente, o Estado possui 696 Comdecs. O Estado oferece, ainda, cursos de treinamento e capacitação aos agentes municipais.
Desde setembro de 2011 – antes do início do período chuvoso –, o Governo de Minas promoveu a realização de reuniões técnicas quinzenais, envolvendo o Corpo de Bombeiros, as Polícias Militar e Civil, Cemig, Copasa, Feam, Igam, Emater e Ruralminas, além das Secretarias de Transportes e Obras Públicas, Saúde, Planejamento e Gestão, Meio Ambiente, Desenvolvimento Regional e Política Urbana, Desenvolvimento Social, e dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas. Durante estas reuniões, foram definidas as ações de preparação e resposta aos eventos adversos causados pelas chuvas, tanto para o atendimento emergencial quanto o apoio operacional durante as ocorrências.
Para coordenar o conjunto de ações realizadas em todo o Estado, o Governo de Minas lançou, em outubro do ano passado, o Plano de Emergências Pluviométricas (PEP) 2011/2012, que leva em conta o histórico dos períodos chuvosos de anos anteriores, contendo o detalhamento sobre os recursos humanos e logísticos da Cedec-MG e dos demais órgãos envolvidos no enfrentamento ao período chuvoso. As prefeituras de municípios afetados recebem do Estado, ainda, auxílio técnico para produzir a documentação necessária para a comunicação oficial de ocorrências em tempo hábil.
fonte:
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Escolas mineiras participarão de projetos voltados à prevenção ao uso de drogas
BELO HORIZONTE (26/12/11) - A partir de 2012, escolas das redes municipais e estadual de ensino localizadas em Belo Horizonte e nos municípios de Pedro Leopoldo, Betim e Capelinha irão participar de projetos voltados à prevenção ao uso de drogas. Os projetos serão desenvolvidos por cinco entidades sem fins lucrativos selecionadas pelo programa Aliança Pela Vida.
“Vamos ter o número de escolas atendidas a partir de fevereiro. Até lá as entidades irão apresentar os projetos para as escolas do município e fazer um levantamento de quais comunidades querem desenvolver as ações”, ressalta diretora de Temáticas Especiais da Secretaria de Estado de Educação (SEE), Soraya Hissa.
Entre as ações previstas nos projetos das entidades selecionadas estão a sensibilização e capacitação de professores para abordar o tema com os alunos, mobilizar os estudantes a encontrarem ações coletivas e preventivas contra o uso abusivo de drogas. Além do desenvolvimento de atividades que envolvam toda a comunidade escolar formando assim multiplicadores das ações preventivas e de valorização da vida.
Programa Aliança Pela Vida
As ações do Aliança pela Vida, lançado em agosto de 2011, são voltadas ao atendimento de usuários, dependentes de drogas e seus familiares e à capacitação de profissionais de saúde, da área de assistência social e do sistema de defesa, atuando também na repressão ao tráfico de drogas.
Comitê Coordenador da Agenda Intersetorial de Prevenção ao Uso de drogas
A Secretaria de Estado de Educação (SEE) é um dos órgãos que fazem parte do comitê que visa reforçar as ações governamentais no combate às drogas. O comitê é responsável por receber e analisar as propostas de ações enviadas pelos órgãos da administração pública direta ou indireta, autárquica e fundacional que desenvolvam programas sociais que contribuem com ações educativas e preventivas em relação ao uso indevido de drogas.
Fazem parte do Comitê Coordenador da Agenda Intersetorial de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas as secretarias de Estado de Governo (Segov), de Casa Civil e de Relações Institucionais (Seccri), Planejamento e Gestão (Seplag), Defesa Social (Seds), Desenvolvimento Social (Sedese), Saúde (SES), Esporte e Juventude (Seej), Trabalho e Emprego (Sete), Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri e do Norte de Minas (Sedvan) e Extraordinária de Gestão Metropolitana (Segem). Participam ainda do Comitê, a Controladoria Geral do Estado e a Assessoria de Articulação, Parceria e Participação Social.
fonte:
“Vamos ter o número de escolas atendidas a partir de fevereiro. Até lá as entidades irão apresentar os projetos para as escolas do município e fazer um levantamento de quais comunidades querem desenvolver as ações”, ressalta diretora de Temáticas Especiais da Secretaria de Estado de Educação (SEE), Soraya Hissa.
Entre as ações previstas nos projetos das entidades selecionadas estão a sensibilização e capacitação de professores para abordar o tema com os alunos, mobilizar os estudantes a encontrarem ações coletivas e preventivas contra o uso abusivo de drogas. Além do desenvolvimento de atividades que envolvam toda a comunidade escolar formando assim multiplicadores das ações preventivas e de valorização da vida.
Programa Aliança Pela Vida
As ações do Aliança pela Vida, lançado em agosto de 2011, são voltadas ao atendimento de usuários, dependentes de drogas e seus familiares e à capacitação de profissionais de saúde, da área de assistência social e do sistema de defesa, atuando também na repressão ao tráfico de drogas.
Comitê Coordenador da Agenda Intersetorial de Prevenção ao Uso de drogas
A Secretaria de Estado de Educação (SEE) é um dos órgãos que fazem parte do comitê que visa reforçar as ações governamentais no combate às drogas. O comitê é responsável por receber e analisar as propostas de ações enviadas pelos órgãos da administração pública direta ou indireta, autárquica e fundacional que desenvolvam programas sociais que contribuem com ações educativas e preventivas em relação ao uso indevido de drogas.
Fazem parte do Comitê Coordenador da Agenda Intersetorial de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas as secretarias de Estado de Governo (Segov), de Casa Civil e de Relações Institucionais (Seccri), Planejamento e Gestão (Seplag), Defesa Social (Seds), Desenvolvimento Social (Sedese), Saúde (SES), Esporte e Juventude (Seej), Trabalho e Emprego (Sete), Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri e do Norte de Minas (Sedvan) e Extraordinária de Gestão Metropolitana (Segem). Participam ainda do Comitê, a Controladoria Geral do Estado e a Assessoria de Articulação, Parceria e Participação Social.
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Carteira de trabalho
A ultima ação em conjunto com a Secretaria do Trabalho foi um sucesso, atendemos pessoas de toda grande BH, pois esta foi a ultima oportunidade de fazer a Carteira de trabalho este ano. Atendemos cerca de 150 pessoas entre todos os serviços oferecidos.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Parceria entre o Cesat e a Assessoria de Assuntos Sociais de Vilas e Favelas
Mais uma ação em conjunto da Assessoria de Assuntos Sociais de Vilas e Favelas e o Cesat aconteceu na vila Humaita foram emitidas 75 carteiras de trabalho e varios encaminhamentos a vagas de emprego e estagio
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Orientação profissional do Sebrae
SEBRAE MG em parceria com a Assessoria de Assuntos Sociais de Vilas e Favelas, promoveram um plantão de atendimento voltado para o público da area de beleza. O SEBRAE disponibilizou um funcionario para tirar duvidas e orientar as futuras profissionais.
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