quarta-feira, 22 de junho de 2011

Terça cultural Cidade Administrativa

Mais um evento cultural realizado com sucesso pela Assessoria de Assuntos Sociais de Vilas e Favelas, a terça cultural da Cidade Administrativa contou com a presença do grupo de capoeira negrin atuante em São Jose da Lapa que trouxe muita animação para os presentes ao evento.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

MORRO DO PAPAGAIO

Morro do Papagaio
Papagaio

Aspectos geográficos
Área 477 mil metros quadrados km²
População 16.914 hab.
Densidade Não disponível
Total de domicílios 3.848
Bairros limítrofes Não disponível
Indicadores
IDH 0,685
Renda per capita Não disponível
Índice de Gini Não disponível
Analfabetismo Não disponível
Expectativa de vida ao nascer Não disponível
Serviços Básicos
Energia elétrica Não disponível
Água encanada Não disponível
Coleta de lixo Não disponível
Fonte: http://portalpbh.pbh.gov.br//6 de junho de 2011


Morro do Papagaio é uma favela de Belo Horizonte, com uma população de 16.914 habitantes (de acordo com o último senso da prefeitura), 3.848 residências e uma área total de 477 mil metros quadrados.

Ela é conhecida por ficar próxima do centro de Belo Horizonte e por estar localizada próxima da Savassi, Mangabeiras e do Belvedere - regiões entre as mais valorizadas do município. Como o morro está em área montanhosa, a sensação térmica é de até 3 graus a menos do que as regiões baixas da cidade, uma vez também que o morro também é menos susceptível à inversão térmica pelo tipo de urbanização. As regiões mais altas do morro possuem um panorama paisagístico que vai além do centro, desde a torre Alta Vila até a Serra do Curral e a Savassi, além da vista dos outros morros distantes do Centro-Sul da capital.

Historicamente, o morro foi formado por quatro favelas formais, já unificada em uma só favela nos mapas atuais do município:

Vila Estrela;
Vila Santa Rita de Cássia;
Vila São Bento (também conhecida como Vila Carrapato ou Bicão);
Vila Barragem Santa Lúcia.
A denominação unificada para todo o conjunto, Morro do Papagaio, era historicamente o nome do morro onde encontra-se a favela. Toda a região faz limite com áreas da cidade planejadas desde a inauguração da cidade no século XIX, como as ruas do bairro São Pedro e Santo Antônio. Durante o planejamento das vias da capital, foi mantida como uma área verde, e não uma área urbanizada, devido ao seu relevo muito íngreme.

O Morro do Papagaio é um dos maiores aglomerados de Belo Horizonte. A alcunha de favela mais nobre da cidade,[1] bem justificada por estar completamente rodeada por bairros de classe alta, vem gerando uma intensa especulação imobiliária.

Desde 2009, o Morro do Papagaio está passando por um processo de pintura das casas, projeto esse denominado Favela Bel

Favela em Belo Horizonte terá internet sem fio gratuita

A cidade de Belo Horizonte estará completamente coberta por internet banda larga sem fio e gratuita. É o que planeja o Ministério das Comunicações.

já está confirmada a instalação de Wi-Fi na comunidade Vila Cafezal, que será uma das primeiras a receber acesso gratuito a web. Ela fica situada no Aglomerado da Serra, uma das maiores favelas de Belo Horizonte, onde vivem milhares de famílias sem condições de comprar um computador.

De acordo com o ministério, os computadores das comunidades carentes serão doados por empresas e instalados pela prefeitura. Até a metade de 2008, toda a cidade de Belo Horizonte estará conectada à internet banda larga sem fio, diz o governo.

O Ministério das Comunicações investiu R$ 3,5 milhões e a prefeitura de Belo Horizonte, cerca de R$ 800 mil. Caso o o projeto seja concluído, Belo Horizonte será a primeira metrópole brasileira completamente coberta pela internet sem fio.

fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u348781.shtml
Casa Arrumada, texto atribuído à Lena GinoCompartilhe|
Mais 20 de Junho de 2011 por José Lino | Categorias: Texto de Abertura do Programa Rádio Vivo | 0 Comentários »
Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas…
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida…
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto…
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos…
Netos, pros vizinhos…
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias…
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela…
E reconhecer nela o seu lugar.
fonte:

sábado, 18 de junho de 2011

um reencontro: Bahia e Minas

J. Veloso, baiano que se emociona ao cantar em Mucugê depois de se apresentar em Paris, agora vai a fontes das Minas Gerais, tanto para delas beber como para enriquecê-las. Ao lado do mineiro D’Black, tornou-se padrinho do Programa Vozes do Morro, que divulga a cultura da periferia de Belo Horizonte. Entra num time em que já figuram, como padrinhos nos anos anteriores, Fernanda Tokai, Flávio Venturini, Samuel Rosa, Rogério Flausino, Vander Lee, Lô Borges, Renegado, Tianastácia, André Valadão e Victor e Leo.

Ele canta no programa no próximo 14 de agosto. Enquanto isto, ao lado da produtora cultural baiana Luzia Moraes, troca idéias com o mineiro Cris do Morro, coordenador do “Vozes” e da Assessoria para Assuntos de Vilas e Favelas do governo mineiro (governo tucano, mas, Deus nos livre dos preconceitos!).

Luzia traduz bem o potencial desta aproximação, frisando que “a ideia pode unir a tradição e a música de Minas e Bahia”. Tudo a ver. A Bahia é a mais antiga matriz cultural brasileira. Minas, graças à mineração do ouro e de diamantes, foi o primeiro ponto de convergência dos brasis dos tempos coloniais, onde se encontraram, se enfrentaram, se amaram e fundiram os povos do nordeste (especialmente os baianos), os reinóis cariocas e os caipiras paulistas, além de negros trazidos de regiões da África onde se conheciam as artes e os ofícios da mineração e da metalurgia.

Aqui estamos falando essencialmente de um encontro ainda mais particular: da cultura da periferia urbana mineira, carregada de crueza, rebeldia e contestação, com a riqueza da cultura baiana, mais leve e sempre com o misticismo à flor da pele. Parecem mundos muito diferentes, mas tem raízes comuns. O diálogo entre elas, portanto, não será tão difícil. Pelo contrário, como costuma acontecer aos diálogos, será certamente também produtivo, prazeroso e surpreendente.
fONTE: SITE HOMEM ARARA

Por uma Minas com coleta seletiva e inclusão socio produtiva dos catadores

Aconteceu esta semana o Segundo encontro estadual 'Por uma Minas com coleta seletiva e inclusão socio produtiva dos catadores'Promovido pelo Centro Mineiro de Referencia em Residuos, atraves de seu coordenador Cido, com o objetivo de aumentar a coleta em Minas e Melhorar as condições dos catadores, o encontro teve duração de três dias, sendo que ontem, no ultimo dia foi entregue uma carta produzida pelo encontro, as autoridades.