quarta-feira, 3 de julho de 2013

Casamento Comunitario

A Assessoria de Vilas e favelas (sedese ) esta realizando o 1° casamento comunitário na região do Barreiro, o evento já conta com mais de 60 casais que oficializaram a união estável no Cartório do Barreiro, evento ainda contara com cerimônia religiosa ecumênica que será realizada no Parque das Águas no Barreiro de Cima no dia 17 de Agosto as 19h

segunda-feira, 11 de março de 2013

Reuniao de posse da diretoria da assossiação comunitaria da cominidade da Vitoria da Conquista

Foi realizada no dia 10\03\2013, na Vila Vitoria da Conquista reunião de posse da nova diretoria da assossiação de moradores, participou deste encontro pela Assessoria de Assuntos Sociais de Vilas e Favela Weslei Morais, tambem estavam presentes toda a diretoria e moradores da comunidade.

Assessoria de Vilas e Favelas organiza mais uma assossiação comunitaria

sexta-feira, 8 de março de 2013

Reunião da Assessoria na Vila Oeste

A Assessoria de Vilas e Favelas realizou na noite de quinta feira, dia 07 na sede da associação de moradores, onde avaliamos as ações realizadas em 2012 e programamos a continuidade do trabalho para 2013. A associação esta empenhada na regularização dos titulos de propriedades aos moradores, A Assessoria de Vilas e Favelas continua parceira da comunidade, para levar o social a todos.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Reunião com a Puc Minas

Ótima reunião realizada agora com a PUC MINAS, Junto com a Professora Simone Vonrondon, discutimos a situação da Vila Solar do Barreiro, que fica dentro dos limites do Parque da Serra do Rola Moça. É a Assessoria de Vilas E Favelas, fazendo novas parcerias.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Autoridades discutem sobre poluição sonora nas vilas e favelas de Minas

A equipe da Assessoria para Assuntos de Vilas e Favelas, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), se reuniu nessa terça-feira (22), na Cidade Administrativa, com representantes da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, secretarias de Esportes e Juventude, Cultura e Defesa Social, além de secretarias municipais da prefeitura de Belo Horizonte. O objetivo do encontro foi debater a poluição sonora (realização de bailes funk, pagodes e manifestações religiosas) nas comunidades de Minas Gerais fora do horário estabelecido pela Lei do Silêncio, que impõe limites para a emissão de ruídos na cidade, principalmente a partir das 22h. De acordo com o responsável pela Assessoria para Assuntos de Vilas e Favelas, Cris do Morro, a reunião buscou conhecer e entender as leis que regulamentam os diversos tipos de manifestações culturais dentro das vilas e favelas. “Queremos replicar esse conhecimento às comunidades, por meio de campanhas educativas, uma vez que nos morros grande parte da população desconhece a legislação para esse tipo de evento, o que acaba por gerar dúvidas acerca do tema, principalmente nesta época do ano, quando o número de eventos cresce bastante em decorrência das comemorações do carnaval. Para isso, iremos articular campanhas educativas junto aos produtores culturais e oficineiros do Programa “Fica Vivo”, para mostrar como deve ser a realização dessas manifestações”, destacou. Na avaliação da subsecretária de Direitos Humanos da Sedese, Camen Rocha, o encontro possibilitou o debate dos diferentes órgãos sobre o trabalho que deve ser realizado junto às comunidades de Vilas e Favelas, de modo que cada um possa exercer o seu direito. “Ao mesmo tempo em que a população tem o direito à cultura, de cantar, compor e de divulgar sua música, as outras pessoas que trabalham à noite, por exemplo, também têm o direito de descansar. É preciso bom senso e o trabalho integrado e educativo para que possamos conciliar essas demandas”, explicou. Durante a reunião, também surgiu a ideia da criação do funk do bem. A proposta é incentivar os funkeiros a comporem músicas que valorizem suas comunidades. fonte: agencia minas

Autoridades discutem sobre poluição sonora nas vilas e favelas de Minas

Encontro discutiu a poluição sonora nas comunidades de Minas Gerais fora do horário estabelecido pela Lei do Silêncio A equipe da Assessoria para Assuntos de Vilas e Favelas, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), se reuniu nessa terça-feira (22), na Cidade Administrativa, com representantes da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, secretarias de Esportes e Juventude, Cultura e Defesa Social, além de secretarias municipais da prefeitura de Belo Horizonte. O objetivo do encontro foi debater a poluição sonora (realização de bailes funk, pagodes e manifestações religiosas) nas comunidades de Minas Gerais fora do horário estabelecido pela Lei do Silêncio, que impõe limites para a emissão de ruídos na cidade, principalmente a partir das 22h. De acordo com o responsável pela Assessoria para Assuntos de Vilas e Favelas, Cris do Morro, a reunião buscou conhecer e entender as leis que regulamentam os diversos tipos de manifestações culturais dentro das vilas e favelas. Queremos replicar esse conhecimento às comunidades, por meio de campanhas educativas, uma vez que nos morros grande parte da população desconhece a legislação para esse tipo de evento, o que acaba por gerar dúvidas acerca do tema, principalmente nesta época do ano, quando o número de eventos cresce bastante em decorrência das comemorações do carnaval. Para isso, iremos articular campanhas educativas junto aos produtores culturais e oficineiros do Programa Fica Vivo, para mostrar como deve ser a realização dessas manifestações, destacou. Na avaliação da subsecretária de Direitos Humanos da Sedese, Camen Rocha, o encontro possibilitou o debate dos diferentes órgãos sobre o trabalho que deve ser realizado junto às comunidades de Vilas e Favelas, de modo que cada um possa exercer o seu direito. Ao mesmo tempo em que a população tem o direito à cultura, de cantar, compor e de divulgar sua música, as outras pessoas que trabalham à noite, por exemplo, também têm o direito de descansar. É preciso bom senso e o trabalho integrado e educativo para que possamos conciliar essas demandas, explicou. Durante a reunião, também surgiu a ideia da criação do funk do bem. A proposta é incentivar os funkeiros a comporem músicas que valorizem suas comunidades. fonte: