quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Os moradores dos Bairros Nazaré e São Paulo trocaram o que pode ser criadouro do Aedes Aegypti (garrafas pets, latinhas ou pneu usado), por cerca de 10.400 litros de Leite Longa Vida no último sábado (3). A mobilização é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), por meio da Assessoria para Assuntos de Vilas e Favelas e Secretaria de Estado de Saúde (SES).
Os moradores dos Bairros Nazaré e São Paulo trocaram o que pode ser criadouro do Aedes Aegypti (garrafas pets, latinhas ou pneu usado), por cerca de 10.400 litros de Leite Longa Vida no último sábado (3). A mobilização é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), por meio da Assessoria para Assuntos de Vilas e Favelas e Secretaria de Estado de Saúde (SES).
“Achei esta ação uma atitude maravilhosa, pois poderemos ficar livres desses entulhos e ainda garantir 1 litro de leite. Acho que essa campanha deve continuar, pois em muitos lugares de Belo Horizonte ainda há muito focos de dengue, espalhando temor na população”, disse Marina de Deus Fortes, moradora do Bairro Nazaré há 32 anos.
A ação faz parte da Campanha ‘Agora é Guerra - Todos Contra a Dengue’ da SES, que tem mobilizado moradores de comunidades de Belo Horizonte e de outros municípios, como Contagem,Sabará, Betim e Esmeraldas.
A Assessoria para Assuntos de Vilas e Favelas mobilizou e orientou a população no sentido de juntar os materiais inutilizáveis. A cada cinco garrafas pets, 10 latinhas ou um pneu usado oferecido, o morador teve direito a um litro de leite.
Nesta etapa, mais de 20 comunidades da capital e da Região Metropolitana de Belo Horizonte estão envolvidas na mobilização, que vai até o mês de dezembro. Todo o material recolhido será destinado ao Centro Mineiro de Referência de Resíduos, para reciclagem.
Os Bairros Nova Contagem, Coqueiros, Pindorama e General Carneiro/ Vilas Reunidas já foram beneficiados com a ação
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Programa estadual de poupança para educação é destaque no Palavra do Governador
BELO HORIZONTE (08/09/11) - No Programa Palavra do Governador desta semana, Antonio Anastasia fala sobre o Banco Travessia, um projeto do Governo de Minas para estimular a volta à escola. Cada pessoa que retomar os estudos terá a oportunidade de abrir uma poupança para a família e, se passar de ano, garante mais dinheiro no banco. A pessoa recebe uma moeda de troca chamada “Travessia”. Cada Travessia equivale a R$ 1,00. A poupança pode chegar a R$ 5 mil.
“O Banco Travessia tem exatamente o objetivo de estimular o retorno à escolaridade, a instrução dessas pessoas, que uma vez com a instrução é claro que a sua escolaridade fica mais forte e nós temos mais oportunidades de obter empregos e renda” ressalta o governador.
A primeira agência do Banco Travessia já está funcionando em Sabará, na RMBH, e vai atender três mil famílias carentes. O investimento do Governo de Minas é de R$ 8,5 milhões. A expectativa é de que, ainda neste ano, 14 mil famílias sejam atendidas pelo Banco Travessia em dez cidades. “A nossa pretensão é de, ao longo do nosso mandato, termos o Banco Travessia em praticamente todos os municípios mineiros”, conclui Anastasia.
O Palavra do Governador poderá ser reproduzido por qualquer veículo de imprensa, sem ônus e de forma espontânea. O programa é disponibilizado todas as quintas-feiras nas modalidades texto (para jornais impressos e online), áudio (para rádio e podcast/web) e vídeo (em qualidade broadcast para TV).
Clique aqui para assistir a outras edições do Palavra do Governador.
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terça-feira, 6 de setembro de 2011
Só quero ver meu morro feliz - etapa Barreiro
dia 11 de setembro vai acontecer mais uma edição do projeto Só quero ver meu morro feliz, que vai acontecer na Praça da Febem e tem o apoio da Regional Barreiro -PBH, da CAUÊ e da V&M DO BRASIL.
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Secretaria de estado de Saúde faz ação conjunta com a Assessoria
Aconteceu hoje na vila Pinho, região do Barreiro mais uma ação de combate a dengue, parceria realizada entreb a Assessoria de Assuntos Sociais de Vilas e Favelas e a Secretaria de Estado de Saúde. Para esta Ação contamos ainda com a participação da Associação de moradores da Vila Pinho e da Escola Municipal Edith Pimenta da Veiga.
Só Quero Ver Meu Morro Feliz – Barreiro:
O projeto só quer ver meu morro feliz chega em sua quarta edição e vai acontecer na praça da FEBEM no Barreiro de Cima, o projeto tem como objetivo trazer serviços, cultura, musica e lazer a comunidades de periferias. Este projeto é idealizado por Cris do Morro e executado pelo Cris e pelas Assessoria de Assuntos Sociais de Vilas e Favelas, com parcerias da Caue, Governo de Minas e pra esta etapa do Barreiro conta ainda com apoio da W&M do Brasil, e regional PBH do Barreiro e Policia Militar. Vamos ter os seguintes serviços:
Emissão da carteira de Trabalho e registro no SINE
Combate a dengue
Corte de cabelo
Assistência jurídica
Atendimento do SEBRAE
Apresentação sobre primeiros socorros com os Bombeiros
Aferição de pressão , glicemia
Segue a programação:
Programação: dia 11 de Setembro das 09:00 as 22:00
09:00 Apresentação da banda da Polícia Militar – Palco Principal
09:45 Apresentação da transitolandia – Palco de Arena
10: 30 Apresentação do canil da PM. – Palco de Arena
11:00 Apresentação dos Bombeiros – palco de Arena
11: 40: Apresentação da VPERCUSSÃO- Palco de Arena
12:00 Apresentação Banda Rock Gospel Ezequias Filho – Palco Principal
12:30 Apresentação da banda THERITMOS pop – Palco Principal
13:00 Apresentação de Rick e Rian Sertanejo – Palco Principal
13:30:Apresentação da banda Samamba – samba – Palco Principal
14:00: Apresentação do Mc Nobil – rap – Palco Principal
14:30 Apresentação de Flavio Vitor- sertanejo – Palco Principal
15:00 : Apresentação de Tambores de Família – afro – Palco Principal
15: 30: Apresentação de Roni Carlos – Pop –Sertanejo – Palco Principal
16:00 Apresentação da Banda Spectro – Palco principal
17:00 Banda Mais evangelica
18:00:Cris do morro
19:00: Atração do Vozes do Morro
20:00: Wilsom Sideral
21:00: Banda Via Láctea
22:00 : encerramento.
Emissão da carteira de Trabalho e registro no SINE
Combate a dengue
Corte de cabelo
Assistência jurídica
Atendimento do SEBRAE
Apresentação sobre primeiros socorros com os Bombeiros
Aferição de pressão , glicemia
Segue a programação:
Programação: dia 11 de Setembro das 09:00 as 22:00
09:00 Apresentação da banda da Polícia Militar – Palco Principal
09:45 Apresentação da transitolandia – Palco de Arena
10: 30 Apresentação do canil da PM. – Palco de Arena
11:00 Apresentação dos Bombeiros – palco de Arena
11: 40: Apresentação da VPERCUSSÃO- Palco de Arena
12:00 Apresentação Banda Rock Gospel Ezequias Filho – Palco Principal
12:30 Apresentação da banda THERITMOS pop – Palco Principal
13:00 Apresentação de Rick e Rian Sertanejo – Palco Principal
13:30:Apresentação da banda Samamba – samba – Palco Principal
14:00: Apresentação do Mc Nobil – rap – Palco Principal
14:30 Apresentação de Flavio Vitor- sertanejo – Palco Principal
15:00 : Apresentação de Tambores de Família – afro – Palco Principal
15: 30: Apresentação de Roni Carlos – Pop –Sertanejo – Palco Principal
16:00 Apresentação da Banda Spectro – Palco principal
17:00 Banda Mais evangelica
18:00:Cris do morro
19:00: Atração do Vozes do Morro
20:00: Wilsom Sideral
21:00: Banda Via Láctea
22:00 : encerramento.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Açao de combate a dengue em Betim
Aconteceu nesse sabado grande mobilização de combate a dengue em betim, com troca de materiais que possam servir de criadouro para o mosquito da dengue, materiais como pet , pneus e latinhas foram trocados por litros de leite, a ação foi um sucesso e contou com a participação macisa da comunidade.
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Estádio Mineirão comemora 46 anos nesta segunda-feira
BELO HORIZONTE (01/09/11) - Nesta segunda-feira (5) é aniversário de 46 anos do Estádio Magalhães Pinto, o Mineirão. Um dos personagens mais históricos dessa construção é o engenheiro Ferdinando Leitão, 78 anos, chefe da equipe dos cerca de 1.200 operários que ergueram tamanho espaço para 130 mil pessoas. Ele hoje divide seu tempo entre o escritório de engenharia do filho e a plantação de café em Manhuaçu. Seu Leitão, como é conhecido, se emociona ao lembrar daquela época em que poucos acreditavam naquele sonho de Belo Horizonte abrigar um estádio tão monumental.
Muitos temiam, inclusive, que o estádio fosse desabar a qualquer momento, uma vez que um futurólogo da época havia dado uma entrevista bombástica para um jornal local com seu prognóstico apocalíptico, dia antes de sua inauguração. “Só o Gil (Gil Moreira de Abreu, engenheiro responsável pela obra) acreditava no Mineirão. A vida dele era conseguir dinheiro para o projeto. O governador Magalhães Pinto também não tinha fé de que a obra fosse para frente. Havia muita dificuldade financeira, mas não tínhamos nenhum problema com a técnica. No dia da inauguração, muita gente não foi assistir ao jogo da Seleção Mineira contra o River Plate porque acharam que a arquibancada fosse despencar. Mesmo assim, o estádio lotou. Me emocionei muito quando me deparei com aquele mar de gente. Chorei”, lembra Leitão.
O engenheiro recorda, por exemplo, do teste de vibração da arquibancada. “Como não dispúnhamos de qualquer tipo de equipamento moderno, colocamos todos os operários, no dia do pagamento, num setor da arquibancada e pedimos que pulassem. Eu tive que pular também”, conta.
Quando o senhor Leitão se juntou ao projeto, em 1963, já estavam prontas cerca de 90% das fundações da parte interna e a geral debaixo da arquibancada. Nenhuma estrutura havia sido levantada até então. Em maio de 1964, lembra, foi construído o primeiro de um total de 28 setores do estádio. “Fizemos os outros 27 setores, praticamente, em um ano. Éramos eu e o Francisco Abel”, conta Leitão, referindo-se a seu companheiro de trabalho.
No dia da inauguração, o senhor Leitão vestiu seu terno e gravata para participar da cerimônia, mas foi obrigado a se ausentar na hora da festa. “Naquele momento, houve uma explosão de uma bomba hidráulica e eu tive que sair correndo. Tirei paletó e gravata e fui consertar a bomba. Não pude participar do evento porque éramos nós que fazíamos tudo no estádio”.
Após resolver o problema, correu para a parte mais alta. “Subi as escadas para ver o estádio cheio. Cheguei bem na hora em que o público aplaudia uma equipe de ginastas que fazia apresentação antes da partida inaugural. Aquele ruído das pessoas batendo palma me emocionou”, conta.
São inumeráveis as histórias do Mineirão de 46 anos atrás. A da avenida Catalão é mais uma delas. O engenheiro andava preocupado com as vias de acesso ao estádio. Queria uma alternativa à avenida Antônio Carlos e à estrada Engenho Nogueira. Leitão procura assim o então reitor da UFMG e o empresário Antônio Luciano Pereira Filho. Propõe aos dois a abertura da Catalão. “Quinze dias depois, as máquinas começaram a abrir a Catalão”, orgulha-se.
Novo Mineirão
O secretário Extraordinário da Copa, Sergio Barroso, adianta que um dos locais a abrigar o vasto acervo histórico do estádio será o futuro Museu do Futebol. “Esse espaço vai preservar a memória do Mineirão com todos os capítulos que marcaram a história do futebol mineiro e, claro, também brasileiro”, diz. Por outro lado, Barroso reforça a relevância do atual processo de modernização do estádio. “Será um Mineirão mais confortável, com equipamentos modernos que vão oferecer toda segurança ao torcedor. Para a festa de abertura do estádio, o senhor Ferdinando Leitão já está convidado, faço questão”, diz.
Para o presidente do consórcio Minas Arena, responsável pelas obras de modernização do estádio, é um orgulho fazer parte do novo capítulo da história do estádio. “Vamos participar da vida do estádio com muito orgulho. Aos 46 anos, no auge de sua maturidade, o Mineirão se renova para oferecer a todos um dos melhores estádios do mundo”, conclui Barra.
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Muitos temiam, inclusive, que o estádio fosse desabar a qualquer momento, uma vez que um futurólogo da época havia dado uma entrevista bombástica para um jornal local com seu prognóstico apocalíptico, dia antes de sua inauguração. “Só o Gil (Gil Moreira de Abreu, engenheiro responsável pela obra) acreditava no Mineirão. A vida dele era conseguir dinheiro para o projeto. O governador Magalhães Pinto também não tinha fé de que a obra fosse para frente. Havia muita dificuldade financeira, mas não tínhamos nenhum problema com a técnica. No dia da inauguração, muita gente não foi assistir ao jogo da Seleção Mineira contra o River Plate porque acharam que a arquibancada fosse despencar. Mesmo assim, o estádio lotou. Me emocionei muito quando me deparei com aquele mar de gente. Chorei”, lembra Leitão.
O engenheiro recorda, por exemplo, do teste de vibração da arquibancada. “Como não dispúnhamos de qualquer tipo de equipamento moderno, colocamos todos os operários, no dia do pagamento, num setor da arquibancada e pedimos que pulassem. Eu tive que pular também”, conta.
Quando o senhor Leitão se juntou ao projeto, em 1963, já estavam prontas cerca de 90% das fundações da parte interna e a geral debaixo da arquibancada. Nenhuma estrutura havia sido levantada até então. Em maio de 1964, lembra, foi construído o primeiro de um total de 28 setores do estádio. “Fizemos os outros 27 setores, praticamente, em um ano. Éramos eu e o Francisco Abel”, conta Leitão, referindo-se a seu companheiro de trabalho.
No dia da inauguração, o senhor Leitão vestiu seu terno e gravata para participar da cerimônia, mas foi obrigado a se ausentar na hora da festa. “Naquele momento, houve uma explosão de uma bomba hidráulica e eu tive que sair correndo. Tirei paletó e gravata e fui consertar a bomba. Não pude participar do evento porque éramos nós que fazíamos tudo no estádio”.
Após resolver o problema, correu para a parte mais alta. “Subi as escadas para ver o estádio cheio. Cheguei bem na hora em que o público aplaudia uma equipe de ginastas que fazia apresentação antes da partida inaugural. Aquele ruído das pessoas batendo palma me emocionou”, conta.
São inumeráveis as histórias do Mineirão de 46 anos atrás. A da avenida Catalão é mais uma delas. O engenheiro andava preocupado com as vias de acesso ao estádio. Queria uma alternativa à avenida Antônio Carlos e à estrada Engenho Nogueira. Leitão procura assim o então reitor da UFMG e o empresário Antônio Luciano Pereira Filho. Propõe aos dois a abertura da Catalão. “Quinze dias depois, as máquinas começaram a abrir a Catalão”, orgulha-se.
Novo Mineirão
O secretário Extraordinário da Copa, Sergio Barroso, adianta que um dos locais a abrigar o vasto acervo histórico do estádio será o futuro Museu do Futebol. “Esse espaço vai preservar a memória do Mineirão com todos os capítulos que marcaram a história do futebol mineiro e, claro, também brasileiro”, diz. Por outro lado, Barroso reforça a relevância do atual processo de modernização do estádio. “Será um Mineirão mais confortável, com equipamentos modernos que vão oferecer toda segurança ao torcedor. Para a festa de abertura do estádio, o senhor Ferdinando Leitão já está convidado, faço questão”, diz.
Para o presidente do consórcio Minas Arena, responsável pelas obras de modernização do estádio, é um orgulho fazer parte do novo capítulo da história do estádio. “Vamos participar da vida do estádio com muito orgulho. Aos 46 anos, no auge de sua maturidade, o Mineirão se renova para oferecer a todos um dos melhores estádios do mundo”, conclui Barra.
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