BELO HORIZONTE (19/07/11) - O governador Antonio Anastasia entregou, nesta terça-feira (19), em solenidade na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, 1.000 novas viaturas para a Polícia Militar de Minas Gerais. Do total entregue, 550 serão destinadas aos municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e outras 450 serão enviadas a 19 cidades do interior do Estado.
O objetivo é modernizar a frota e dar mais agilidade à polícia no trabalho de prevenção e combate à criminalidade. De 2003 a 2010 a frota dos órgãos de defesa social em Minas Gerais saltou de sete mil para 17 mil viaturas. Nesse período, o Governo de Minas investiu mais de R$ 33 bilhões na área de segurança pública.
Mais segurança
Para o interior, serão enviadas 450 novas viaturas. Também serão enviadas, às cidades do interior, viaturas que fazem o patrulhamento dos municípios da RMBH e que estão sendo substituídos pelos novos veículos. A proposta é ampliar o número de municípios atendidos. As 1.000 novas viaturas a serem entregues são modelo Fiat Pálio Hatch Atractive, flex.
A entrega das novas viaturas faz parte do projeto de gestão terceirização da frota da PM. Desde que o processo começou, em 2005, já foram colocadas 1.359 novas viaturas nas ruas. A gestão terceirizada está contribuindo para otimizar e dar mais transparência à destinação dos recursos públicos.
O contrato com a empresa vencedora da licitação prevê a compra e manutenção das viaturas por dois anos. O preço global do contrato é de R$ 77,4 milhões, sendo R$ 35,4 milhões para aquisição dos veículos (R$ 35,4 mil por viatura) e R$ 42 milhões para manutenção (R$ 42 mil por viatura), parcelado em 24 meses.
Dentre os serviços que a empresa terceirizada precisa garantir está a manutenção dos veículos, socorro 24 horas e substituição imediata em caso de defeitos. Antes da terceirização, o índice de indisponibilidade da frota mantinha média de 35% a 45% de baixa, enquanto atualmente mantém-se na ordem de 3% a 5%, segundo a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds).
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terça-feira, 19 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Defesa Social promove cursos de policiamento comunitário
BELO HORIZONTE (28/06/11) - A Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) está promovendo cursos de Gestor de Policiamento Comunitário e de Operador de Policiamento Comunitário, visando estreitar os laços entre a polícia e a comunidade. Realizados sob a coordenação da Subsecretaria de Promoção da Qualidade e Integração do Sistema de Defesa Social, os treinamentos são baseados no sistema Koban, modelo japonês de policiamento, sendo voltados para a capacitação de policiais militares, com foco no fortalecimento das atividades preventivas e no aprimoramento do serviço de base comunitária em Minas Gerais.
As aulas tiveram início nessa segunda (27) e se estendem até a sexta-feira (1º). Durante a cerimônia de abertura dos cursos, o comandante da Academia de Polícia Militar, coronel Eduardo de Oliveira Chiari Campolina, explicou que 64 policiais militares de todo o Estado serão formados nessa etapa da capacitação. “Investir em bases comunitárias móveis não se resume em fornecer infraestrutura física, mas também em garantir a presença de homens capacitados para desempenhar bem o serviço na comunidade”, disse
Participação
O curso de Gestor de Policiamento Comunitário é destinado a sargentos e o curso de Operador a cabos e soldados. Segundo a subsecretária de Promoção da Qualidade e Integração do Sistema de Defesa Social, Geórgia Ribeiro Rocha, a iniciativa reforça a importância de se estreitar os laços entre polícia e comunidade. “Precisamos desenvolver no Brasil a ideia de participação da sociedade nas ações de segurança pública. Cursos de policiamento comunitário têm papel fundamental para instituir uma cultura de solução pacífica de conflitos”, justifica.
A subsecretária pontuou ainda que considera importante conjugar ações repressivas e preventivas para tornar possível a atuação nas causas do crime e da violência. “Estamos fortalecendo nossa estratégia de segurança pública através da capacitação. Fixar policiais em bases comunitárias é interessante, pois permite que eles se tornem referências para a sociedade”, completa.
A solenidade de abertura dos cursos contou ainda com a presença do diretor de Apoio Operacional da Polícia Militar, coronel Marco Antônio Badaró Bianchini, do presidente da Associação de Cooperação e Ciência e Tecnologia do Brasil / Japão, Ênio de Oliveira, e do representante da Agência de Cooperação Internacional do Japão, Satoshi Yashida.
Os treinamentos de policiamento comunitário estão sendo realizados pela Gerência da Qualidade da Atuação do Sistema de Defesa Social, contemplando sargentos, cabos e soldados que já atuam ou irão atuar em bases comunitárias como gestores ou como operadores de policiamento comunitário.
Carga horária
Com carga horária de 40 horas/aula, os cursos têm 32 policiais em cada turma e vão proporcionar aos profissionais de segurança pública conhecimentos para o exercício de práticas voltadas à defesa dos direitos humanos e da cidadania. A meta é fornecer aos alunos ferramentas para a resolução de conflitos a partir da interação entre polícia e comunidade. As aulas acontecem na Academia de Polícia Militar, no bairro Prado, em Belo Horizonte. Além das aulas teóricas, estão programadas aulas práticas em bases comunitárias, no decorrer da semana.
Os cursos são fruto de um acordo de cooperação técnica firmado entre o governo federal, por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), e o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds). A iniciativa conta ainda com a parceria da Polícia Militar de São Paulo e da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica), utilizando o sistema Koban, praticado há 130 anos pela Polícia Nacional do Japão.
Em Minas Gerias, o sistema de base comunitária foi desenvolvido para reduzir crimes de menor potencial ofensivo e coibir a desordem pública, a fim de melhorar a sensação de segurança nas áreas urbanas que têm elevada densidade populacional. Visando atender com rapidez e qualidade as necessidades do cidadão, o sistema desenvolve ações integradas com a comunidade para a resolução de conflitos locais. Em 2011, a Polícia Militar mineira instruiu a criação das Bases Comunitárias, que são uma evolução dos serviços desconcentrados da sede dos batalhões da PMMG.
fonte:agencia minas
As aulas tiveram início nessa segunda (27) e se estendem até a sexta-feira (1º). Durante a cerimônia de abertura dos cursos, o comandante da Academia de Polícia Militar, coronel Eduardo de Oliveira Chiari Campolina, explicou que 64 policiais militares de todo o Estado serão formados nessa etapa da capacitação. “Investir em bases comunitárias móveis não se resume em fornecer infraestrutura física, mas também em garantir a presença de homens capacitados para desempenhar bem o serviço na comunidade”, disse
Participação
O curso de Gestor de Policiamento Comunitário é destinado a sargentos e o curso de Operador a cabos e soldados. Segundo a subsecretária de Promoção da Qualidade e Integração do Sistema de Defesa Social, Geórgia Ribeiro Rocha, a iniciativa reforça a importância de se estreitar os laços entre polícia e comunidade. “Precisamos desenvolver no Brasil a ideia de participação da sociedade nas ações de segurança pública. Cursos de policiamento comunitário têm papel fundamental para instituir uma cultura de solução pacífica de conflitos”, justifica.
A subsecretária pontuou ainda que considera importante conjugar ações repressivas e preventivas para tornar possível a atuação nas causas do crime e da violência. “Estamos fortalecendo nossa estratégia de segurança pública através da capacitação. Fixar policiais em bases comunitárias é interessante, pois permite que eles se tornem referências para a sociedade”, completa.
A solenidade de abertura dos cursos contou ainda com a presença do diretor de Apoio Operacional da Polícia Militar, coronel Marco Antônio Badaró Bianchini, do presidente da Associação de Cooperação e Ciência e Tecnologia do Brasil / Japão, Ênio de Oliveira, e do representante da Agência de Cooperação Internacional do Japão, Satoshi Yashida.
Os treinamentos de policiamento comunitário estão sendo realizados pela Gerência da Qualidade da Atuação do Sistema de Defesa Social, contemplando sargentos, cabos e soldados que já atuam ou irão atuar em bases comunitárias como gestores ou como operadores de policiamento comunitário.
Carga horária
Com carga horária de 40 horas/aula, os cursos têm 32 policiais em cada turma e vão proporcionar aos profissionais de segurança pública conhecimentos para o exercício de práticas voltadas à defesa dos direitos humanos e da cidadania. A meta é fornecer aos alunos ferramentas para a resolução de conflitos a partir da interação entre polícia e comunidade. As aulas acontecem na Academia de Polícia Militar, no bairro Prado, em Belo Horizonte. Além das aulas teóricas, estão programadas aulas práticas em bases comunitárias, no decorrer da semana.
Os cursos são fruto de um acordo de cooperação técnica firmado entre o governo federal, por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), e o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds). A iniciativa conta ainda com a parceria da Polícia Militar de São Paulo e da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica), utilizando o sistema Koban, praticado há 130 anos pela Polícia Nacional do Japão.
Em Minas Gerias, o sistema de base comunitária foi desenvolvido para reduzir crimes de menor potencial ofensivo e coibir a desordem pública, a fim de melhorar a sensação de segurança nas áreas urbanas que têm elevada densidade populacional. Visando atender com rapidez e qualidade as necessidades do cidadão, o sistema desenvolve ações integradas com a comunidade para a resolução de conflitos locais. Em 2011, a Polícia Militar mineira instruiu a criação das Bases Comunitárias, que são uma evolução dos serviços desconcentrados da sede dos batalhões da PMMG.
fonte:agencia minas
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